quarta-feira, março 28, 2007
sábado, março 24, 2007
E UM DIA ACONTECE ….
Tinha ido à Editora para dar uma revisão final ,ao Ensaio. Esperava na sala e, comigo, um perfil algo insólito ,esperava também .Meto conversa, curioso .
Pelo aspecto ,havia qualquer coisa de demente estampado no rosto .Figura estranha ,onde se percebiam rastos de tóxico dependência .Rosto triste ,onde se detectava ,de imediato, fome.
Quem era ?!...perguntei e ele contou-me….
Era um poeta que sempre quis, ser isso e só isso mesmo .Que se reconhece com valor .Mas que ,depois de editado um livro, tem encontrado todas as dificuldades para ir em frente .Vinha tentar mais uma chance .Mas ,sentia-se sem hipóteses, já derrotado. Mostra-me então o poema do dia anterior , glorificando o Dia Mundial da Poesia.
Li-o e fiquei encantado .
Eu tinha ,entretanto, de ir fazer o que ali me levara .Mas disse-lhe:
- Olhe se quiser esperar ,levo-o a almoçar comigo .
E apesar de me ter demorado muito, à saída lá estava ele, caderno debaixo do braço, sentado no degrau ,esperando-me ,se calhar ansioso .Quem passasse suporia ali estar um pedinte ,embora vestido com algum esmero :- a mãe disso se encarregava .Já não comia, nem ele sabia desde quando .
Levei-o a um óptimo Restaurante .À Abadia .Comemos excepcionalmente bem, ricamente, como o Abade de Priscos ali fez ,dando fama –e proveito àquela catedral de bem comer ,que frequento, há pelo menos, meio século .Ele merecia-o .Eu senti-me bem na presença de um poeta sonhador ,coisa que eu nunca tinha tido a oportunidade de conhecer, ao vivo .Um poeta ,porque escriba de palavras é o que há mais por aí .
E foi-me mostrando poema atrás de poema .E eu comecei a ficar deslumbrado .É o termo .O que li ,é mais do que bom .Notável .
Comprometi-me a fazer algo por ele .Fez questão de me apresentar a uma Livreira ,senhora distinta ,que, com lágrimas nos olhos, me disse :O Julião –nome Arcadico – é notável Raro é o dia que aqui me não vem trazer um poema .Merece ajuda ,pois é um grande poeta .
Como ajudá-lo ? …é um desafio .
Mas sei que vou conseguir.
No final fez questão de me oferecer o poema do Dia da Poesia ,assinado Aceitei com muito gosto.
E faço questão de aqui o pôr no Blog.
Digam-me :é ou não notável ?
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Hino à Poesia
O poeta é aquele que abre Auto - estradas de luz,
De Som, de Sentimentos e de palavras.
O poeta é aquele que sente ...
Cada sulco de terra que lavras,
O pão que Amassas ... Cozes, comes e quando eras poeta,
Às crianças e aos pássaros e Aves davas.
O poeta é o que cria a ponte, o que sublima, com ou sem rima,
o passado quer ele seja dor ou Amor, o que com
Amor abre as portas ao Futuro que ele sonha, sonhava e tu
sonhas ou sonhavas.
Ser poeta oh dor ...
É transformar-te em Amor, fazer de ti um Arco- Íris entre
o que sofreste e o bálsamo que é comunicar ao Senhor e ao
teu Amor tudo aquilo que eu sofro e tu sofrias porque
como eu sonhavas e Amavas.
Ser poeta é ser íntegro e verdadeiro, confessar a Deus,
ao teu Amor e a toda a humanidade com Alegria, pureza,
bom gosto e verdade aquilo que com horror só a um padre
confessavas.
Ser poeta neste dia Mundial da poesia, é garantir que ela é
ainda o verdadeiro viveiro da humanidade, a reserva de
pureza e de beleza cristalina onde nascem todos os rios de
palavras que conduzem os homens e os poetas
a Deus e à verdade.
Sua Nascente é o coração do homem, seu percurso o
caminho, a verdade, a vida e seu destino Deus e a
eternidade.
Transparência, beleza, dor, alento, coragem, Alegria, bom gosto,
honestidade são sinónimos de qualidade.
Alegria ou tristeza ... São dois em um factores de uma só verdade.
Poesia é transparência.
O Bem vence o mal.
A Alegria a tristeza.
O Amor a dor.
Eis a mensagem implícita na sua realidade.
No papel que ela representa como testemunho dos homens
perante Deus e a humanidade.
Autor :
J. Alberto Allen Vidal
(JúlioJulião)21/03/2007
Tinha ido à Editora para dar uma revisão final ,ao Ensaio. Esperava na sala e, comigo, um perfil algo insólito ,esperava também .Meto conversa, curioso .
Pelo aspecto ,havia qualquer coisa de demente estampado no rosto .Figura estranha ,onde se percebiam rastos de tóxico dependência .Rosto triste ,onde se detectava ,de imediato, fome.
Quem era ?!...perguntei e ele contou-me….
Era um poeta que sempre quis, ser isso e só isso mesmo .Que se reconhece com valor .Mas que ,depois de editado um livro, tem encontrado todas as dificuldades para ir em frente .Vinha tentar mais uma chance .Mas ,sentia-se sem hipóteses, já derrotado. Mostra-me então o poema do dia anterior , glorificando o Dia Mundial da Poesia.
Li-o e fiquei encantado .
Eu tinha ,entretanto, de ir fazer o que ali me levara .Mas disse-lhe:
- Olhe se quiser esperar ,levo-o a almoçar comigo .
E apesar de me ter demorado muito, à saída lá estava ele, caderno debaixo do braço, sentado no degrau ,esperando-me ,se calhar ansioso .Quem passasse suporia ali estar um pedinte ,embora vestido com algum esmero :- a mãe disso se encarregava .Já não comia, nem ele sabia desde quando .
Levei-o a um óptimo Restaurante .À Abadia .Comemos excepcionalmente bem, ricamente, como o Abade de Priscos ali fez ,dando fama –e proveito àquela catedral de bem comer ,que frequento, há pelo menos, meio século .Ele merecia-o .Eu senti-me bem na presença de um poeta sonhador ,coisa que eu nunca tinha tido a oportunidade de conhecer, ao vivo .Um poeta ,porque escriba de palavras é o que há mais por aí .
E foi-me mostrando poema atrás de poema .E eu comecei a ficar deslumbrado .É o termo .O que li ,é mais do que bom .Notável .
Comprometi-me a fazer algo por ele .Fez questão de me apresentar a uma Livreira ,senhora distinta ,que, com lágrimas nos olhos, me disse :O Julião –nome Arcadico – é notável Raro é o dia que aqui me não vem trazer um poema .Merece ajuda ,pois é um grande poeta .
Como ajudá-lo ? …é um desafio .
Mas sei que vou conseguir.
No final fez questão de me oferecer o poema do Dia da Poesia ,assinado Aceitei com muito gosto.
E faço questão de aqui o pôr no Blog.
Digam-me :é ou não notável ?
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Hino à Poesia
O poeta é aquele que abre Auto - estradas de luz,
De Som, de Sentimentos e de palavras.
O poeta é aquele que sente ...
Cada sulco de terra que lavras,
O pão que Amassas ... Cozes, comes e quando eras poeta,
Às crianças e aos pássaros e Aves davas.
O poeta é o que cria a ponte, o que sublima, com ou sem rima,
o passado quer ele seja dor ou Amor, o que com
Amor abre as portas ao Futuro que ele sonha, sonhava e tu
sonhas ou sonhavas.
Ser poeta oh dor ...
É transformar-te em Amor, fazer de ti um Arco- Íris entre
o que sofreste e o bálsamo que é comunicar ao Senhor e ao
teu Amor tudo aquilo que eu sofro e tu sofrias porque
como eu sonhavas e Amavas.
Ser poeta é ser íntegro e verdadeiro, confessar a Deus,
ao teu Amor e a toda a humanidade com Alegria, pureza,
bom gosto e verdade aquilo que com horror só a um padre
confessavas.
Ser poeta neste dia Mundial da poesia, é garantir que ela é
ainda o verdadeiro viveiro da humanidade, a reserva de
pureza e de beleza cristalina onde nascem todos os rios de
palavras que conduzem os homens e os poetas
a Deus e à verdade.
Sua Nascente é o coração do homem, seu percurso o
caminho, a verdade, a vida e seu destino Deus e a
eternidade.
Transparência, beleza, dor, alento, coragem, Alegria, bom gosto,
honestidade são sinónimos de qualidade.
Alegria ou tristeza ... São dois em um factores de uma só verdade.
Poesia é transparência.
O Bem vence o mal.
A Alegria a tristeza.
O Amor a dor.
Eis a mensagem implícita na sua realidade.
No papel que ela representa como testemunho dos homens
perante Deus e a humanidade.
Autor :
J. Alberto Allen Vidal
(JúlioJulião)21/03/2007
sexta-feira, março 23, 2007
EU ME CONFESSO …E RETRATO….
Em conversa ,hoje ,alguém me fez um valente desafio Fez bem !
Pretende que eu me defina .Que me sente no divã e faça uma busca introspectiva .
Não me nego a tal exercício.
Reconheço – sempre o disse ,como sério aviso à navegação –que me aceito um homem difícil, a viver numa sociedade difícil ,que percebi ,mas que não era a minha escolha .
Por isso vivi, talvez, em demasia ; e expandi ,eventualmente com algum excesso ,um hiper criticismo, para as coisas que me rodeavam. Exerci-o com os outros ,mas fi-lo -e nisso estou sossegado - sobre mim mesmo, de um modo mais exigente e até violento. .Por isso exagerei no que pedi a mim próprio. Ao auto criticar-me, vacinei-me contra as criticas exteriores. Normalmente eu suplantei-as ,em exegese ,e por isso me foi fácil encaixá-las.
Povavelmente ,algo ficou para trás .Esforcei-me para que isso se não mostrasse muito .
Na critica gostei - e dei preferência - ,à mordacidade e ao sarcasmo; e por vezes - muitas! - ao exagero .E até usei –e abusei ,propositadamente -de uma certa violência verbal .
Nunca –nunca !- contudo, guardei rancores .Mas guardei desilusões .Não desculpei –e por isso perdi – alguns amigos .Que mesmo depois de os perder, para mim restaram amigos .Isto é :eu é que dispensei a sua amizade ,mantendo-lhes a minha .
Talvez ,em casos esporádicos, tenha dado a ideia de alardear alguma superioridade(?!) .Era mais distracção. Por isso estive errado, muitas vezes .Completamente errado .Essa distância era apenas uma maneira de auto -defesa ;a de me resguardar de aproximações que não desejava .
Aborreço-me em companhia dos que sendo vulgares ,assumem ,enfaticamente ,querer mostrar o que não são .Procuro o mais depressa possível ,à primeira altura, desfazer o equivoco .
Inimigos ? Dizem que de mim: ou gosta-se ou odeia-se .Como não sei o que é o ódio ,julgo que não .Que não me odeiam ,mas sim que se irritam comigo ,o que é diferente .
Vivo inconformado com o meio onde me inseri .Que quis fosse bem diferente .Mas que não consegui mudar ,um milímetro que fosse .Terrível falhanço , que me não inibe de continuar optimista neste ponto. Um dia será .
Quanto ao resto ?.. - pessimista por natureza .Por me julgar com uma especial vocação para ver –com preocupação –o futuro, á distância .Porque em permanente –e inquieta -actividade de pensar .O ontem pouco me diz; o amanhã deslumbra-me e desafia-me .Renova-me a cada hora .
Adoro o excesso .Se tivesse jeito ,teria sido um caricaturista ,para dizer tudo num simples traço distorcido .
Como o não sei fazer ,sugiro-o num tratamento impiedoso dos responsáveis pela irresponsabilidade colectiva .
Incapaz de crer no que não vejo , procuro entrever o que queria.
Apreciando todos os que pensam diferente de mim ,porque são esses que me dão a possibilidade do confronto, adorando ,um debate sério de ideias .Não sendo dos que procuram convencer os outros, prefiro ficar-me por lhes colocar, apenas, duvidas. Porque de certezas, duvido metodicamente.
Vencido ou vencedor ?
Vencido , mas não convencido na primeira instância , recorro e peço adiamento do julgamento, para mais tarde.
Vencedor ,não pelo que fiz ,mas pelo que procurei fazer .
De uma coisa é certa : poderia e deveria ter feito muito …muito mais .
Et voilá…
Senos da Fonseca
Em conversa ,hoje ,alguém me fez um valente desafio Fez bem !
Pretende que eu me defina .Que me sente no divã e faça uma busca introspectiva .
Não me nego a tal exercício.
Reconheço – sempre o disse ,como sério aviso à navegação –que me aceito um homem difícil, a viver numa sociedade difícil ,que percebi ,mas que não era a minha escolha .
Por isso vivi, talvez, em demasia ; e expandi ,eventualmente com algum excesso ,um hiper criticismo, para as coisas que me rodeavam. Exerci-o com os outros ,mas fi-lo -e nisso estou sossegado - sobre mim mesmo, de um modo mais exigente e até violento. .Por isso exagerei no que pedi a mim próprio. Ao auto criticar-me, vacinei-me contra as criticas exteriores. Normalmente eu suplantei-as ,em exegese ,e por isso me foi fácil encaixá-las.
Povavelmente ,algo ficou para trás .Esforcei-me para que isso se não mostrasse muito .
Na critica gostei - e dei preferência - ,à mordacidade e ao sarcasmo; e por vezes - muitas! - ao exagero .E até usei –e abusei ,propositadamente -de uma certa violência verbal .
Nunca –nunca !- contudo, guardei rancores .Mas guardei desilusões .Não desculpei –e por isso perdi – alguns amigos .Que mesmo depois de os perder, para mim restaram amigos .Isto é :eu é que dispensei a sua amizade ,mantendo-lhes a minha .
Talvez ,em casos esporádicos, tenha dado a ideia de alardear alguma superioridade(?!) .Era mais distracção. Por isso estive errado, muitas vezes .Completamente errado .Essa distância era apenas uma maneira de auto -defesa ;a de me resguardar de aproximações que não desejava .
Aborreço-me em companhia dos que sendo vulgares ,assumem ,enfaticamente ,querer mostrar o que não são .Procuro o mais depressa possível ,à primeira altura, desfazer o equivoco .
Inimigos ? Dizem que de mim: ou gosta-se ou odeia-se .Como não sei o que é o ódio ,julgo que não .Que não me odeiam ,mas sim que se irritam comigo ,o que é diferente .
Vivo inconformado com o meio onde me inseri .Que quis fosse bem diferente .Mas que não consegui mudar ,um milímetro que fosse .Terrível falhanço , que me não inibe de continuar optimista neste ponto. Um dia será .
Quanto ao resto ?.. - pessimista por natureza .Por me julgar com uma especial vocação para ver –com preocupação –o futuro, á distância .Porque em permanente –e inquieta -actividade de pensar .O ontem pouco me diz; o amanhã deslumbra-me e desafia-me .Renova-me a cada hora .
Adoro o excesso .Se tivesse jeito ,teria sido um caricaturista ,para dizer tudo num simples traço distorcido .
Como o não sei fazer ,sugiro-o num tratamento impiedoso dos responsáveis pela irresponsabilidade colectiva .
Incapaz de crer no que não vejo , procuro entrever o que queria.
Apreciando todos os que pensam diferente de mim ,porque são esses que me dão a possibilidade do confronto, adorando ,um debate sério de ideias .Não sendo dos que procuram convencer os outros, prefiro ficar-me por lhes colocar, apenas, duvidas. Porque de certezas, duvido metodicamente.
Vencido ou vencedor ?
Vencido , mas não convencido na primeira instância , recorro e peço adiamento do julgamento, para mais tarde.
Vencedor ,não pelo que fiz ,mas pelo que procurei fazer .
De uma coisa é certa : poderia e deveria ter feito muito …muito mais .
Et voilá…
Senos da Fonseca
ALADINO BEM DIZIA….
AINDA ACABA VARREDOR….NO PRÓXIMO GOVERNO DE SANTANA….
Aladino ,é certo ,tem outros acessos de informação , vedados ao comum dos mortais .A Lâmpada é um deles.Com ela pode prever o futuro .
Assim ,no Blog do dia 19 do corrente , referíamos R.E. na posição de quatro ,oferecendo-se para qualquer coisa (vide entrevista ) . Para um lugar de executivo, no Governo .
Uns põe-se de cócaras ;ele foi mais longe .De quatro . Posição em que um homem já está por tudo …
Por isso ,depois de feito o anuncio da pretensão na ficcionada entrevista ao «Diário de Aveiro» do passado dia nove , eis que R.E insiste. E convida jornais e televisão ,para provar ,uma das suas reconhecidas competências (com fotografia e tudo,por isso indesmentível ): um homem do lixo. Aptidões natas, descortinadas na pose de quem não só convive com a mixórdia , como a ama (vide foto)
Saber que dele poderão fazer UM EXECUTIVO ,no próximo (des)Governo de Santana –Portas ,que a toda a pressa se vem encenando por estes trágico –cómicos peralvilhos da politica nacional .
MINISTRO DO LIXO …
E faz publicidade das suas capacidades , parecendo cheirar . On y soit qui mal e pense !
Apanhador de lixo .Ora aí está uma tarefa digna ,para quem não ousando ser engenheiro
,se propõe ir mais além:- especialista do do lixo .Especialidade díficil .
Lixo há muito…engenho pouco .O negócio do lixo ,é, pois, seguro.
Ora ainda bem que R.E veio dar razão ,à nossa caixa jornalística .
Aladino
AINDA ACABA VARREDOR….NO PRÓXIMO GOVERNO DE SANTANA….
Aladino ,é certo ,tem outros acessos de informação , vedados ao comum dos mortais .A Lâmpada é um deles.Com ela pode prever o futuro .
Assim ,no Blog do dia 19 do corrente , referíamos R.E. na posição de quatro ,oferecendo-se para qualquer coisa (vide entrevista ) . Para um lugar de executivo, no Governo .
Uns põe-se de cócaras ;ele foi mais longe .De quatro . Posição em que um homem já está por tudo …
Por isso ,depois de feito o anuncio da pretensão na ficcionada entrevista ao «Diário de Aveiro» do passado dia nove , eis que R.E insiste. E convida jornais e televisão ,para provar ,uma das suas reconhecidas competências (com fotografia e tudo,por isso indesmentível ): um homem do lixo. Aptidões natas, descortinadas na pose de quem não só convive com a mixórdia , como a ama (vide foto)
Saber que dele poderão fazer UM EXECUTIVO ,no próximo (des)Governo de Santana –Portas ,que a toda a pressa se vem encenando por estes trágico –cómicos peralvilhos da politica nacional .
MINISTRO DO LIXO …
E faz publicidade das suas capacidades , parecendo cheirar . On y soit qui mal e pense !
Apanhador de lixo .Ora aí está uma tarefa digna ,para quem não ousando ser engenheiro
,se propõe ir mais além:- especialista do do lixo .Especialidade díficil .
Lixo há muito…engenho pouco .O negócio do lixo ,é, pois, seguro.
Ora ainda bem que R.E veio dar razão ,à nossa caixa jornalística .
Aladino
segunda-feira, março 19, 2007
«DE QUATRO» …R.E OFERECE-SE
NAQUELA POSIÇÃO QUE SÓ DE NELA PENSAR…CRIA URTICÁRIA…
Um lamentável problema surgido no servidor do Blog ,tem criado dificuldades na sua edição .
Por isso com alguma atraso -mas não muito!- vamos passar uma vista de olhos pela pretensa entrevista de Ribau Esteves ,no passado dia 9, ao Diário de Aveiro .
Percebe-se logo que não se trata de uma entrevista:Mas sim um patético arranjo onde o entrevistado responde «ás perguntas» que ele próprio escolhe, para lhe colocarem .
De uma leitura ,mesmo rápida –porque não interessa para nada - nasce logo uma questão : a bota não bate com a perdigota .
Isto é: o titulo, pouco ou nada tem a ver com o conteúdo .
A quem é feita a entrevista ? Ao Presidente da «Gama» ? Ao Presidente da «AM Ria» ? Ao presidente da Câmara de Ílhavo ? Ao «candidato a candidato» do PSD –PPD, (como diz o Santana) ?
Fácil é descortinar a intenção, porque o entrevistado «se entrevista» a ele próprio, por intermédio de outros .O que ele, ao fim e ao cabo pretende ,como outros no Partido - e aqui a palavra «partido» nunca foi tão apropriada para aquela montanha de cacos !- é lançar a sua candidatura .É pôr-se nos bicos dos pés e dizer que está desejoso de se alcandorar a um lugar e de exercer uma politica executiva no Governo do País .
Se está ?!...é patético ,este desejo .Obsessivo.
Coloca-se assim naquela posição - a quatro - oferecendo-se para tudo …
Até , para chefe dos varredores .
Primeiro o Santana –o seu ideólogo –atirou-se ao Marques Mendes ,para limitar o Marcelo. Ao mesmo tempo que o Filipe Meneses se oferecia no Norte para descer com seu o exército - qual (?!) é que não se sabe muito bem -, até Lisboa .
Ribau não podia ver o comboio passar em Aveiro e não tentar apanhar boleia .
E desata a bater no pequenino .Coitado !....
Este País está cheio de crianças em alto risco .Marques Mendes é uma dessas .
Mas se falhar no intento ,resta-lhe continuar por cá .Sempre dá para os trocos.
ALADINO
NAQUELA POSIÇÃO QUE SÓ DE NELA PENSAR…CRIA URTICÁRIA…
Um lamentável problema surgido no servidor do Blog ,tem criado dificuldades na sua edição .
Por isso com alguma atraso -mas não muito!- vamos passar uma vista de olhos pela pretensa entrevista de Ribau Esteves ,no passado dia 9, ao Diário de Aveiro .
Percebe-se logo que não se trata de uma entrevista:Mas sim um patético arranjo onde o entrevistado responde «ás perguntas» que ele próprio escolhe, para lhe colocarem .
De uma leitura ,mesmo rápida –porque não interessa para nada - nasce logo uma questão : a bota não bate com a perdigota .
Isto é: o titulo, pouco ou nada tem a ver com o conteúdo .
A quem é feita a entrevista ? Ao Presidente da «Gama» ? Ao Presidente da «AM Ria» ? Ao presidente da Câmara de Ílhavo ? Ao «candidato a candidato» do PSD –PPD, (como diz o Santana) ?
Fácil é descortinar a intenção, porque o entrevistado «se entrevista» a ele próprio, por intermédio de outros .O que ele, ao fim e ao cabo pretende ,como outros no Partido - e aqui a palavra «partido» nunca foi tão apropriada para aquela montanha de cacos !- é lançar a sua candidatura .É pôr-se nos bicos dos pés e dizer que está desejoso de se alcandorar a um lugar e de exercer uma politica executiva no Governo do País .
Se está ?!...é patético ,este desejo .Obsessivo.
Coloca-se assim naquela posição - a quatro - oferecendo-se para tudo …
Até , para chefe dos varredores .
Primeiro o Santana –o seu ideólogo –atirou-se ao Marques Mendes ,para limitar o Marcelo. Ao mesmo tempo que o Filipe Meneses se oferecia no Norte para descer com seu o exército - qual (?!) é que não se sabe muito bem -, até Lisboa .
Ribau não podia ver o comboio passar em Aveiro e não tentar apanhar boleia .
E desata a bater no pequenino .Coitado !....
Este País está cheio de crianças em alto risco .Marques Mendes é uma dessas .
Mas se falhar no intento ,resta-lhe continuar por cá .Sempre dá para os trocos.
ALADINO
sexta-feira, março 16, 2007
REI NEM ROQUE
Aqui só há Rei ;não há Roque
Nem paz ,nem guerra ,nem amor, nem desamor
Tudo é ,sem o ser ;tudo pensa sem pensar
A verdade ?... a de que, aqui, é Ílhavo a apodrecer.
Sem vida ,sem alma ,sem chama nem alento
Aqui o Roque é Rei
A guerra é das palavras desagradáveis
Que desagradam por dizerem a verdade, e ousarem
A mentira ? …a de que ,aqui, é Ílhavo a renascer …
Em cada dia, que não é dia ; é noite sumida no vento.
Na Nau perdida na bruma em mar infindo,
Pediu o Piloto licença ao Rei ,
para ir em procura do «desejar querer ser»
Aqui ninguém sabe que coisa quer;
Ninguém sabe que alma tem ;
Nem o que é mal ,ou o que é bem.
Nem que outra coisa ver
Só eu, REI, sei como vai ser .
SF
FEVEREIRO 2007
quinta-feira, março 15, 2007
O ACORDAR DE R.E. VAI SER VIOLENTO….
Ribau Esteves acordará um dia –que não está assim tão longínquo ,desconfio –e vai dar consigo, a falar sozinho. Oxalá o faça ,não porque lhe é imposto ,mas porque é, só e apenas, o resultado de quem não «soube ser» (na vida) .
É claramente um individuo de que ninguém –se calhar ele mesmo –gosta .
É verdade .
Ainda há dias dei comigo ,num jantar, rodeado por figuras gradas do seu Partido ,aqui, em Ílhavo .Alguns do seu relacionamento .Muito próximos .
Espantou-me que na conversa, eu tivesse sido, de entre todos ,o mais cuidadoso na apreciação que lhe fiz . Sobrepesando a sua parte negativa –incomensuravelmente a maior –mas reconhecendo-lhe um ou outro ponto positivo .O que alguns nem sequer admitiam .Quando disse que apesar de tudo ,admitia que ele tinha sido o melhor Presidente da Câmara de Ílhavo (depois de4 Abril) ,quase que fui insultado .Claro que me apressei a corrigir :o bem não estava nele .R.E, foi –e é, ainda - tão só ,o melhor dos muito maus .
O que me espantou foi notar um certa desconsideração que os seus apaniguados políticos lhe dedicam ,chegando a antever na sua personalidade tiques claros de desajuste psicótico quando diaboliza as questões ,num maniqueísmo sórdido e doentio .O mundo bom ,é o dele. O mau –é o de todos os outros.
Dele têm a visão de um personalidade autista ,caprichosa e vingativa ,onde abunda um culto de personalidade que chega a tocar o ridículo, porque expresso em pormenores ridículos, do dia a dia .
E não se coibiram em exprimir –perante alguma surpresa minha - em voz alta, que esta desconsideração se estende a estruturas partidárias da sua cor ,no distrito. Que se afastam a toda a pressa , incomodados, com tanta soberba bacoca.
Que fique claro : Ribau Esteves ,nunca me incomodou .Picou-me algumas vezes elegendo-me - erradamente , claro –como rosto da Oposição .Respondi-lhe com os pés.
Para alguns com violência ; com violência , porque me não motivava qualquer tipo de respeito ,ético e ou intelectual. E muito menos ,moral.
A verdade ,é que começo a ter comiseração pelo seu futuro.
Com amigos destes… nem é preciso ter inimigos.
Senos da Fonseca.
Ribau Esteves acordará um dia –que não está assim tão longínquo ,desconfio –e vai dar consigo, a falar sozinho. Oxalá o faça ,não porque lhe é imposto ,mas porque é, só e apenas, o resultado de quem não «soube ser» (na vida) .
É claramente um individuo de que ninguém –se calhar ele mesmo –gosta .
É verdade .
Ainda há dias dei comigo ,num jantar, rodeado por figuras gradas do seu Partido ,aqui, em Ílhavo .Alguns do seu relacionamento .Muito próximos .
Espantou-me que na conversa, eu tivesse sido, de entre todos ,o mais cuidadoso na apreciação que lhe fiz . Sobrepesando a sua parte negativa –incomensuravelmente a maior –mas reconhecendo-lhe um ou outro ponto positivo .O que alguns nem sequer admitiam .Quando disse que apesar de tudo ,admitia que ele tinha sido o melhor Presidente da Câmara de Ílhavo (depois de4 Abril) ,quase que fui insultado .Claro que me apressei a corrigir :o bem não estava nele .R.E, foi –e é, ainda - tão só ,o melhor dos muito maus .
O que me espantou foi notar um certa desconsideração que os seus apaniguados políticos lhe dedicam ,chegando a antever na sua personalidade tiques claros de desajuste psicótico quando diaboliza as questões ,num maniqueísmo sórdido e doentio .O mundo bom ,é o dele. O mau –é o de todos os outros.
Dele têm a visão de um personalidade autista ,caprichosa e vingativa ,onde abunda um culto de personalidade que chega a tocar o ridículo, porque expresso em pormenores ridículos, do dia a dia .
E não se coibiram em exprimir –perante alguma surpresa minha - em voz alta, que esta desconsideração se estende a estruturas partidárias da sua cor ,no distrito. Que se afastam a toda a pressa , incomodados, com tanta soberba bacoca.
Que fique claro : Ribau Esteves ,nunca me incomodou .Picou-me algumas vezes elegendo-me - erradamente , claro –como rosto da Oposição .Respondi-lhe com os pés.
Para alguns com violência ; com violência , porque me não motivava qualquer tipo de respeito ,ético e ou intelectual. E muito menos ,moral.
A verdade ,é que começo a ter comiseração pelo seu futuro.
Com amigos destes… nem é preciso ter inimigos.
Senos da Fonseca.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
O CÁLICE AMARGO DO QUOTIDIANO ….
Tempo triste, sem aquecer a alma; capaz de desalentar «um» ainda «quase vivo».
A pasmaceira onde vamos, dia a dia ,exaurindo o tempo que nos resta, continua .Na mesma .Chata. Não se vive. Deambula-se nos dias, por entre as veredas de num verdadeiro cemitério de tristezas . O mundo absurdo em que mergulhámos, desacredita-nos e denuncia-nos.
Desacredita-nos como comunidade de direitos. Denuncia-nos como rebanho resignado sem a mais ténue intenção de disponibilidade para mudar. Não ensaiamos, sequer, um passo para além de um quotidiano sem esperança.
Já nos não seduz, e muito menos, inquieta, a aventura .Já nos não desafiam as lonjuras; e já nem damos que nos tenham calçado o cabresto.
O comodismo, corrói-nos; dantes agarrava-mo –nos ao desespero de querer ser ; hoje agarramo-nos com unhas e dentes, a não querer ser, de maneira nenhuma .
Vencido, mas não convencido, largo uma guerra e preparo-me logo para outra.
Alimento-me desta inquietação. Se for derrotado a meio da subida da montanha é lá que fico : nunca cá baixo a olhar para a montanha, a pensar que a mesma é inacessível. Nem que seja a acalentar a fantasia, quando descorçoo da realidade.
E, entretanto o «furúnculo do iletrismo» cresce …cresce …medonho …qual esfacelo putredínio .Pintada da antiga «pomada preta» que se fazia nas boticas para as pústulas, talvez rebentasse.
Ouvi há pouco que uma Câmara do interior subsidia os medicamentos dos idosos .
Afinal o mundo não é tão mal como imagino.
Aqui, ao contrário, subsidiam –se ..coisas inúteis. Parvas. Espectáculos menores e degradantes.
Socialmente a Câmara é um zero absoluto. Do tamanho do raio da terra !
Para lá da edificação de abortos arquitectónicos,chocantes ,que fariam vestir um crocodilo de vermelho se lhes postos ao caminho ,não lhe sobra uma única ideia do que deveria –e poderia - ser uma Câmara interventora ,dinâmica, útil .Com rosto; e não com esgares imbecis.
Não consigo vislumbrar nada para lá desse interessado conluio com o despesismo tolo ;não vislumbro ideia que o valha ,intenção que a justifique ,preocupação que aglutine .Tudo o que poderia ser acção ,resume-se a prática de mestre de obras do urbano. E mesmo aqui, desastrado na acção e intenção.
O mundo social que estes indivíduos entendem, é um esgoto da sociedade em que afirmam viver .É a construção de um mundo sem folhas, desagasalhado .
Capaz de destruir em cada um de nós, alguma esperança que ainda sobre!
ALADINO
Tempo triste, sem aquecer a alma; capaz de desalentar «um» ainda «quase vivo».
A pasmaceira onde vamos, dia a dia ,exaurindo o tempo que nos resta, continua .Na mesma .Chata. Não se vive. Deambula-se nos dias, por entre as veredas de num verdadeiro cemitério de tristezas . O mundo absurdo em que mergulhámos, desacredita-nos e denuncia-nos.
Desacredita-nos como comunidade de direitos. Denuncia-nos como rebanho resignado sem a mais ténue intenção de disponibilidade para mudar. Não ensaiamos, sequer, um passo para além de um quotidiano sem esperança.
Já nos não seduz, e muito menos, inquieta, a aventura .Já nos não desafiam as lonjuras; e já nem damos que nos tenham calçado o cabresto.
O comodismo, corrói-nos; dantes agarrava-mo –nos ao desespero de querer ser ; hoje agarramo-nos com unhas e dentes, a não querer ser, de maneira nenhuma .
Vencido, mas não convencido, largo uma guerra e preparo-me logo para outra.
Alimento-me desta inquietação. Se for derrotado a meio da subida da montanha é lá que fico : nunca cá baixo a olhar para a montanha, a pensar que a mesma é inacessível. Nem que seja a acalentar a fantasia, quando descorçoo da realidade.
E, entretanto o «furúnculo do iletrismo» cresce …cresce …medonho …qual esfacelo putredínio .Pintada da antiga «pomada preta» que se fazia nas boticas para as pústulas, talvez rebentasse.
Ouvi há pouco que uma Câmara do interior subsidia os medicamentos dos idosos .
Afinal o mundo não é tão mal como imagino.
Aqui, ao contrário, subsidiam –se ..coisas inúteis. Parvas. Espectáculos menores e degradantes.
Socialmente a Câmara é um zero absoluto. Do tamanho do raio da terra !
Para lá da edificação de abortos arquitectónicos,chocantes ,que fariam vestir um crocodilo de vermelho se lhes postos ao caminho ,não lhe sobra uma única ideia do que deveria –e poderia - ser uma Câmara interventora ,dinâmica, útil .Com rosto; e não com esgares imbecis.
Não consigo vislumbrar nada para lá desse interessado conluio com o despesismo tolo ;não vislumbro ideia que o valha ,intenção que a justifique ,preocupação que aglutine .Tudo o que poderia ser acção ,resume-se a prática de mestre de obras do urbano. E mesmo aqui, desastrado na acção e intenção.
O mundo social que estes indivíduos entendem, é um esgoto da sociedade em que afirmam viver .É a construção de um mundo sem folhas, desagasalhado .
Capaz de destruir em cada um de nós, alguma esperança que ainda sobre!
ALADINO
sábado, janeiro 17, 2004
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