DESERTO DE COISA NENHUMA
Vagueio amiúde por esta Terra ,e tenho momentos em que ela me parece um deserto .Deserto de coisa nenhuma .E muito menos ,de gente .
Esta Terra é um deserto ,não porque não tenha ninguém ,ou até, bulício .Pouco,mas até tem. A questão é que aqueles com quem me cruzo, e que por aqui vagueiam ,andam por cá como se perdidos num deserto .
Sem avistar nada em que valha a pena se deterem ; vendo tudo despojado de nada, que seja ou queira ser , resolvem deixar de pensar que há vida.Só que em vez de morrerem ,murcham ;secam ,definham, antes do fim .
Desde há muito que toda a gente parece que já não é ,ou já não quer ser
Já nem eu sei ,se sei alguma coisa, que valha a pena ser
_______________________________________________________________
Fico satisfeito, mais com as ideias do que aperfeiçoar o modo de as dizer .
Reconheço que tenho muito pouca capacidade-e paciência - para gozar o que já foi dito por mim ,e encontra melhor maneira de a dizer .Fundamental é o que quis dizer e não o modo como o disse .
O que vejo é quase sempre diferente do que gostava ver .À medida que o tempo passou por mim, não foi só corpo que se foi degradando .A mesma coisa vista hoje ,não tem o sentido da descoberta que tinha há quarenta ou cinquenta anos .Não foi ela que mudou ,fui eu que mudei a maneira de a ver .Por isso prefiro revê-la, não com os olhos de agora, mas na imagem que gravei dela, cá dentro. .
Para quê então corrigi-la ,se a prefiro como então a vi. È como nas novas tecnologias:- quando o computador me avisa que a imagem com aquele nome já existe, se quero substitui-la ,apresso-me a clikar :NO
Aladino
sexta-feira, abril 27, 2007
quarta-feira, abril 25, 2007
LIBERDADE
Foste a gaivota
Que de mansinho, a esvoaçar
Num dia d’Abril,
Nos mastaréus desta Caravela, feita País
Por entre perigos mil
Suave, vieste pousar.
Sabia que irias chegar
Que podias ou não ficar
Ou partir para longe .Voar!
(Era preciso ousar)
Onde andas hoje ?!
Em que longes
Semeias sonho ou ilusão (?)
Que mar ,que vela
Que arte
O que é preciso (?) p’ra dizer :
-NÃO!
Que Tu não existes
LIBERDADE,
Se em qualquer parte
Uma criança chorar por pão.
Mas se em mim não Te sentisse,
Ou contigo não sonhasse
(Que voltarás um dia)
Que dor ,que verdade
Que ia ser de mim (?) , sem Ti
Meu amor
Ò LIBERDADE !
25 Abril 2007
Senos da Fonseca
Foste a gaivota
Que de mansinho, a esvoaçar
Num dia d’Abril,
Nos mastaréus desta Caravela, feita País
Por entre perigos mil
Suave, vieste pousar.
Sabia que irias chegar
Que podias ou não ficar
Ou partir para longe .Voar!
(Era preciso ousar)
Onde andas hoje ?!
Em que longes
Semeias sonho ou ilusão (?)
Que mar ,que vela
Que arte
O que é preciso (?) p’ra dizer :
-NÃO!
Que Tu não existes
LIBERDADE,
Se em qualquer parte
Uma criança chorar por pão.
Mas se em mim não Te sentisse,
Ou contigo não sonhasse
(Que voltarás um dia)
Que dor ,que verdade
Que ia ser de mim (?) , sem Ti
Meu amor
Ò LIBERDADE !
25 Abril 2007
Senos da Fonseca
sexta-feira, abril 20, 2007
AI ZECA ,PARA O QUE HAVIAS DE FICAR!....
25 ABRIL 2007
Faz-me sorrir ,esta, de hoje ,em que a Câmara de Ribau Esteves convida a população para comemorar o 25 de Abril ,à sombra de Zeca Afonso.
Como isto cheira «a dantes»!
Escondem-se por detrás da Liberdade ,a fazer de conta que a vêm, e respeitam. Ora a verdade é que a Liberdade está para este grupelho , como a luz para um cego .
Pouco importa ….
_________________________________________________________________
Claro que apenas estou indignado por fora , com esta utilização, abusiva. Porque, por dentro, já tanto se me dá …
Começo a viver na convicção que estes trânsfugas não merecem mais do que indiferença . E a aperceber-me que a vida não é para valer , mas tão só, para fingir ser.
Mas lá que custa a tolerar esta vil e medíocre paisagem humana , lá isso, custa.
______________________________________________________________________
Telefonou-me para me perguntar :
-Como vai isso por aí ?
-Como dantes, respondi .
-E Tu ?…
-Como dantes , a pensar que tudo está ainda por fazer .Até a Liberdade…
-Então continuas activo…
-Não ; agitador reformado. À janela a ver a procissão a passar, com os mancatufos vestidos de anjinhos .
-E o pregador ?
- A garantir que o desígnio é a água doce do mar. Já muitos se engasgaram a bebê-la, acreditando que era verdade. E com ela regaram os cravos
-E então ?
- Murcharam ,mas hão-de florir…
ALADINO
25 ABRIL 2007
Faz-me sorrir ,esta, de hoje ,em que a Câmara de Ribau Esteves convida a população para comemorar o 25 de Abril ,à sombra de Zeca Afonso.
Como isto cheira «a dantes»!
Escondem-se por detrás da Liberdade ,a fazer de conta que a vêm, e respeitam. Ora a verdade é que a Liberdade está para este grupelho , como a luz para um cego .
Pouco importa ….
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Claro que apenas estou indignado por fora , com esta utilização, abusiva. Porque, por dentro, já tanto se me dá …
Começo a viver na convicção que estes trânsfugas não merecem mais do que indiferença . E a aperceber-me que a vida não é para valer , mas tão só, para fingir ser.
Mas lá que custa a tolerar esta vil e medíocre paisagem humana , lá isso, custa.
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Telefonou-me para me perguntar :
-Como vai isso por aí ?
-Como dantes, respondi .
-E Tu ?…
-Como dantes , a pensar que tudo está ainda por fazer .Até a Liberdade…
-Então continuas activo…
-Não ; agitador reformado. À janela a ver a procissão a passar, com os mancatufos vestidos de anjinhos .
-E o pregador ?
- A garantir que o desígnio é a água doce do mar. Já muitos se engasgaram a bebê-la, acreditando que era verdade. E com ela regaram os cravos
-E então ?
- Murcharam ,mas hão-de florir…
ALADINO
NO ANIVERSÁRIO DA GAFANHA DA NAZARÉ
Comemorou-se hoje o sexto aniversário de elevação a cidade, da Gafanha da Nazaré .
Estive atento e valeu a pena .
Para os representantes da Câmara ,agora nada havia fazer, enquanto não viesse dinheiro dos fundos da Europa .
Quer dizer : um dia se acabada a «teta» -e acaba mesmo ,podem estar certos - fecha-se a« porta» e quem vier que apague a luz.
Quando vier dinheiro gasta-se á tripa forra em loucuras faraónicas ,em obras de fachada, para nada …ou quase nada .
Puxarem da cabeça para sair deste ciclo infernal ,estúpido, é que não . Dá trabalho .Cansa .
Só fazem figura de rico …com as heranças .Chegadas ás suas mãos,vão-se os dedos e os anéis.
E há tanto para fazer ,tanto para imaginar e dar corpo ;tanto para fazer a diferença .Que pena a pouca sorte em nos calhar na rifa ,estes esclerosados (no querer)
E pronto .Até virem as massas –disse-o o Presidente e o vice –é tempo de descansar.
Intervalo .O filme segue dentro de momentos .
________________________________________________________________
Achei graça àquela eleita local : disse
-Há um Plano Estratégico, O que se não fez… vai-se fazer…
Qual plano ?..não sei ..
Está no cofre …à espera do pilim…que há-de vir
_______________________________________________________________
Já outra ,disse uma verdade enorme :
-Isto de ser cidade ,dá-nos o direito de exigir mais …
Grande verdade .Só que para saber exigir é preciso saber o que se quer… e o que se não quer .É que às vezes o que se não quer, é tanto ou mais importante do que aquilo que se quer…
______________________________________________________________
E finalmente …
Deliberou –se alterar o Brasão .
Deixa de estar inscrito «Cidade de Ílhavo» em rodapé, para se inscrever« Município de Ílhavo».
Do mau o menos ..
Só que o Brasão ,quando foi elaborado em 1922, continha uma terrível ingratidão para com as gentes das Galafanhas, ignorando-as pura e simplesmente …
De um modo profundamente ingrato ,pois, já então, era muito importante a contribuição daquelas ,para a riqueza concelhia .
Claro que se fez o mínimo .O fácil ;o demagógico .Tapando o Sol com a peneira .
Mas se não se exige mais …tudo bem .
Aladino
Comemorou-se hoje o sexto aniversário de elevação a cidade, da Gafanha da Nazaré .
Estive atento e valeu a pena .
Para os representantes da Câmara ,agora nada havia fazer, enquanto não viesse dinheiro dos fundos da Europa .
Quer dizer : um dia se acabada a «teta» -e acaba mesmo ,podem estar certos - fecha-se a« porta» e quem vier que apague a luz.
Quando vier dinheiro gasta-se á tripa forra em loucuras faraónicas ,em obras de fachada, para nada …ou quase nada .
Puxarem da cabeça para sair deste ciclo infernal ,estúpido, é que não . Dá trabalho .Cansa .
Só fazem figura de rico …com as heranças .Chegadas ás suas mãos,vão-se os dedos e os anéis.
E há tanto para fazer ,tanto para imaginar e dar corpo ;tanto para fazer a diferença .Que pena a pouca sorte em nos calhar na rifa ,estes esclerosados (no querer)
E pronto .Até virem as massas –disse-o o Presidente e o vice –é tempo de descansar.
Intervalo .O filme segue dentro de momentos .
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Achei graça àquela eleita local : disse
-Há um Plano Estratégico, O que se não fez… vai-se fazer…
Qual plano ?..não sei ..
Está no cofre …à espera do pilim…que há-de vir
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Já outra ,disse uma verdade enorme :
-Isto de ser cidade ,dá-nos o direito de exigir mais …
Grande verdade .Só que para saber exigir é preciso saber o que se quer… e o que se não quer .É que às vezes o que se não quer, é tanto ou mais importante do que aquilo que se quer…
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E finalmente …
Deliberou –se alterar o Brasão .
Deixa de estar inscrito «Cidade de Ílhavo» em rodapé, para se inscrever« Município de Ílhavo».
Do mau o menos ..
Só que o Brasão ,quando foi elaborado em 1922, continha uma terrível ingratidão para com as gentes das Galafanhas, ignorando-as pura e simplesmente …
De um modo profundamente ingrato ,pois, já então, era muito importante a contribuição daquelas ,para a riqueza concelhia .
Claro que se fez o mínimo .O fácil ;o demagógico .Tapando o Sol com a peneira .
Mas se não se exige mais …tudo bem .
Aladino
quinta-feira, abril 19, 2007
Inquietude …
A vida como ela é ...
Neste cantinho recomendado, que a natureza prodigalizou e que a exsudação (sofrida) do homem foi capaz de retocar ,sinto-me, apesar de tudo, contente comigo mesmo .
É isso. Não tenho feitio nem género nem jeito, de poeta silingórnio, à espera que aceitem as minhas queixas . Sonhando –e só - com o belo ,porque incapaz de o viver -ou até de o tentar construir .Não simbolicamente nas palavras para os outros , mas, de facto, para ser gozado por mim .Egoísta (?!), assim .Talvez,se o quiserem
Não saber - até ao fim !- se sou o que pareço, ou, tão só mais importante ,se sou de facto o que queria ter sido .Nada de complexo, nem em «complexos» estados de alma Sou claramente - e só (!)- um inquieto .
E mais nada .
Não culpo a vida por não ser o que queria ter sido. Porque a vida não tem culpa de eu não ter sido capaz de ser diferente; e porque, ser pouco ou muito, não é importante .Importante é ser verdadeiro ; comigo e com os outros .
Se eu tivesse a possibilidade de tirar um bilhete para qualquer parte, para aí ser diferente do que sou aqui ,queria mesmo era «ir» para aqui .E não para outro lado .
O que posso dizer é que a minha «estória» está cheia de vida que quis ser vivida desta maneira .Sem concessões , mas sem demasiadas queixas .
Sempre que fui atingido, não me preocupei demasiado em me interpretar .Bastou-me saber que outros - muitos outros ,milhões (!), uma imensidade - são, dia a dia, hora a hora ,muito mais profunda e ingratamente atingidos .O que foi (sempre) suficiente para me estimular a sobreviver ,e a não me queixar .Que gozo dava aos outros , os meus queixumes?...
Não subsisti nulo ; de modo nenhum .Dessa postura me pretendo liberto .
Eliminei a fé para dar espaço á razão; tarefa que não sendo fácil, nem cómoda ,é contudo mais verdadeira .
Não tenho sonhos fantasmagóricos ,porque (con)vivo bem com os meus fantasmas Que não são complexos .Porventura «reais» ,demasiadamente reais para me meterem (muito) medo .
Tudo o que sei , aprendi-o .Não o herdei por programação externa, vinda de onde viesse, ou porque via arribasse..
Sou por isso ,impulsivo ,violento às vezes, mas só com a barbárie dos profetas.
Doce, poucas, é certo .Nobre sempre ,vil nunca .Amigo difícil .Inimigo fácil .
Tudo me interessa; mas nem de tudo fico escravo .Ou de quase nada .
Salvo da amizade .
Senos da Fonseca
A vida como ela é ...
Neste cantinho recomendado, que a natureza prodigalizou e que a exsudação (sofrida) do homem foi capaz de retocar ,sinto-me, apesar de tudo, contente comigo mesmo .
É isso. Não tenho feitio nem género nem jeito, de poeta silingórnio, à espera que aceitem as minhas queixas . Sonhando –e só - com o belo ,porque incapaz de o viver -ou até de o tentar construir .Não simbolicamente nas palavras para os outros , mas, de facto, para ser gozado por mim .Egoísta (?!), assim .Talvez,se o quiserem
Não saber - até ao fim !- se sou o que pareço, ou, tão só mais importante ,se sou de facto o que queria ter sido .Nada de complexo, nem em «complexos» estados de alma Sou claramente - e só (!)- um inquieto .
E mais nada .
Não culpo a vida por não ser o que queria ter sido. Porque a vida não tem culpa de eu não ter sido capaz de ser diferente; e porque, ser pouco ou muito, não é importante .Importante é ser verdadeiro ; comigo e com os outros .
Se eu tivesse a possibilidade de tirar um bilhete para qualquer parte, para aí ser diferente do que sou aqui ,queria mesmo era «ir» para aqui .E não para outro lado .
O que posso dizer é que a minha «estória» está cheia de vida que quis ser vivida desta maneira .Sem concessões , mas sem demasiadas queixas .
Sempre que fui atingido, não me preocupei demasiado em me interpretar .Bastou-me saber que outros - muitos outros ,milhões (!), uma imensidade - são, dia a dia, hora a hora ,muito mais profunda e ingratamente atingidos .O que foi (sempre) suficiente para me estimular a sobreviver ,e a não me queixar .Que gozo dava aos outros , os meus queixumes?...
Não subsisti nulo ; de modo nenhum .Dessa postura me pretendo liberto .
Eliminei a fé para dar espaço á razão; tarefa que não sendo fácil, nem cómoda ,é contudo mais verdadeira .
Não tenho sonhos fantasmagóricos ,porque (con)vivo bem com os meus fantasmas Que não são complexos .Porventura «reais» ,demasiadamente reais para me meterem (muito) medo .
Tudo o que sei , aprendi-o .Não o herdei por programação externa, vinda de onde viesse, ou porque via arribasse..
Sou por isso ,impulsivo ,violento às vezes, mas só com a barbárie dos profetas.
Doce, poucas, é certo .Nobre sempre ,vil nunca .Amigo difícil .Inimigo fácil .
Tudo me interessa; mas nem de tudo fico escravo .Ou de quase nada .
Salvo da amizade .
Senos da Fonseca
sexta-feira, abril 13, 2007
Licenciado ou Nobel ?
Se as pontes suspensas – verdadeiras obras primas da engenharia que me desatinaram uma vida – levitassem tão docemente ,como o canudo de Sócrates traz suspenso o mundo politico português ,então não estaríamos perante um diploma duvidoso, mas perante canudo de um Nobel reinventado.
Triste imagem de um Pais que seráficamente se entretém a discutir futilidades que não têm significado algum, esquecendo o muito que há a fazer em tempos muito próximos , que vão ser cruciais ,para todos nós .
Todos ,mas todos, sabemos ,o tortuoso caminho do ensino em Portugal .
O curioso é que tendo assumido cargos de grande responsabilidade e visibilidade ,profissionais , e até envolvido em estudos e pareceres produzidos para o Estado ,o certo é que nunca ,nesse desempenho, me foi solicitado a demonstração da minha habilitação .Só quando me candidatei à Marinha de Guerra –e aí no condicional de terminar a licenciatura nessa época -e naturalmente para o exercício de docência na Universidade de Coimbra, a documentação -licenciatura – me foi pedida :Mas não, nunca (!) me foi pedida a prova de apetrechamento para exercer a actividade de engenheiro ,que é coisa diferente (O.E.) , e que nesta balbúrdia me pareceu não se perceber, a diferença ..
Ora , quando ocasional e pontualmente frequentei cursos de especialização especifica , no estrangeiro, tal me foi de imediato exigido .O que não deixa de ser sintomático.
Depois de Abril ,tudo quis passar a ser «Engenheiro»;até os maquinistas dos comboios o exigiram ,com o argumento de que nos EUA ,eram os seus colegas designados por engineers .
Até me lembrou o tradicional tratamento recebido pelos caloiros em Coimbra, distinguidos enfaticamente pelo engraxador ,empregado do café etc, por «Senhores Doutores» .O que enchia de vaidade as namoradas que logo se perfilavam em pelotão para saber qual seria a ditosa que iria oferecer o grelo[1] ao doutor daí a dois anitos –se não o fosse antes.
Presunção e agua benta cada um toma a que quer ;mas há uns que se embebedam na pia baptismal .Lá isso …há .
____________________________________________________________________
” MARQUITOS! MARQUITOS!" ...olha o lobo...
Meteu-me dó o desempenho do “pequenito”.De uma inabilidade politica (que só por si justificaria despedimento com justa causa) , quando dá como provada –mesmo depois da evidência em contrário - da continuada falta de carácter do 1º Ministro . Para logo pretender, então, que um sem carácter - o tal 1ºMinistro- se mande investigar a si mesmo .
Porque não exigiu o «menino» , olhos nos olhos e no local próprio (Parlamento),que o 1º Ministro lho explicasse .Era bonito …
Claro que M.M. se estava a ver ao espelho (para isso içando-se na banqueta ) .
Pois, espanto !
Então não é que «o meia leca» , foi Professor de tal Universidade ,e até chefe de Departamento da mesma ? Ora com que méritos ,ou que provas teria dado , para desempenhar tal tarefa ? Ou teria sido - afinal e só – «educador infantil» no infantário mantido por tal universidade para os filhos dos seus alunos ?!.
Um professor simpa ,este « MARQUITOS », que lhes pareceria mais um de entre os seus.
________________________________________________________________
VERGONHOSO …SIMPLESMENTE VERGONHOSO
Outra atitude que meteu dó ,foi ver Lopo Xavier ,fazer o jogo de «O Público» (pertença do mesmo Patrão que lhe paga ,ao que dizem principescamente ,por o merecer certamente ) desfazendo-se em explicações tortuosas traídas por um sorriso traiçoeiro que anunciava que nem ele estava a acreditar no que dizia ,por tão estupidamente cegas.
Não havia, pois, nexexidade dixo- diria o Cónego Remédios.
__________________________________________________________________
E AGORA VAMOS A VER …..
Volto á matéria do ultimo Blog .
Se o supremo Tribunal pronunciou o jornal «O Publico» por dizer a verdade ,na questão da divida fiscal do Sporting, no entendimento de que a mesma,embora verdadeira , atingia a reputação e o bom nome da Instituição (que não era pessoa !...,mas instituição sem alma) ,então como sentenciará agora ,em que comprovadamente -e pelo menos para já -90% das afirmações –insinuações são redondamente falsas?! Estou para ver …
__________________________________________________________________
MAESTRO CAROLA
Fui hoje procurado por mestrando lá do interior (Vila Real) que pessoa amiga mandou ter comigo, para ver se lhe poderia ser útil num trabalho que anda a fazer sobre J.Carola ,ilustre músico Ilhavense do Sec. XIX –XX.
Tivemos um agradável bate papo onde procurei elucidá-lo sobre alguns caminhos de investigação e locais onde poderia encontrar referências .Especializado em Música ,fez-me ver a dimensão artística de Carola -que eu desconhecia – o qual produziu, entre outras , mais de uma dezena de peças especialmente dedicadas a musica sacra para a Semana Santa ,com características que levantam sérias expectativas ,e que foram interpretadas por ilustres cantores que para o efeito vieram propositadamente até nós .
Se a figura e dimensão do Musico estava mais ou menos alinhavada ,falta enformá-la da dimensão humana do maestro .E será nesse ponto que procurarei ,humilde mas interessadamente, colaborar .
No final interroguei-me sobre o critério que me serviu para a escolha das figuras que inclui no Álbum das Figuras, no Ensaio Monográfico ,em edição .
E apercebi-me –já tinha chegado a essa conclusão , anteriormente –que o critério que utilizei nem sempre foi justo.
Mas não deixa de ser interessante –embora penoso – o saber que os de fora vão desenterrando essas magnificas figuras da nossa cultura –e nós por cá completamente alheios a isso .
Isto é clara ,indigência cultural .A culpa inteira vai para quem fala de cultura, pensando que esta se constrói com telhados de vidro , sem paredes ,e muito menos sem alicerces.
Aladino
[1] Atente-se :O« Grelo» era o distintivo-académicamente correcto - usado pelos terceiranista nas suas pastas ,e nada do que poderão,os maldosos , ser levados a pensar.
Se as pontes suspensas – verdadeiras obras primas da engenharia que me desatinaram uma vida – levitassem tão docemente ,como o canudo de Sócrates traz suspenso o mundo politico português ,então não estaríamos perante um diploma duvidoso, mas perante canudo de um Nobel reinventado.
Triste imagem de um Pais que seráficamente se entretém a discutir futilidades que não têm significado algum, esquecendo o muito que há a fazer em tempos muito próximos , que vão ser cruciais ,para todos nós .
Todos ,mas todos, sabemos ,o tortuoso caminho do ensino em Portugal .
O curioso é que tendo assumido cargos de grande responsabilidade e visibilidade ,profissionais , e até envolvido em estudos e pareceres produzidos para o Estado ,o certo é que nunca ,nesse desempenho, me foi solicitado a demonstração da minha habilitação .Só quando me candidatei à Marinha de Guerra –e aí no condicional de terminar a licenciatura nessa época -e naturalmente para o exercício de docência na Universidade de Coimbra, a documentação -licenciatura – me foi pedida :Mas não, nunca (!) me foi pedida a prova de apetrechamento para exercer a actividade de engenheiro ,que é coisa diferente (O.E.) , e que nesta balbúrdia me pareceu não se perceber, a diferença ..
Ora , quando ocasional e pontualmente frequentei cursos de especialização especifica , no estrangeiro, tal me foi de imediato exigido .O que não deixa de ser sintomático.
Depois de Abril ,tudo quis passar a ser «Engenheiro»;até os maquinistas dos comboios o exigiram ,com o argumento de que nos EUA ,eram os seus colegas designados por engineers .
Até me lembrou o tradicional tratamento recebido pelos caloiros em Coimbra, distinguidos enfaticamente pelo engraxador ,empregado do café etc, por «Senhores Doutores» .O que enchia de vaidade as namoradas que logo se perfilavam em pelotão para saber qual seria a ditosa que iria oferecer o grelo[1] ao doutor daí a dois anitos –se não o fosse antes.
Presunção e agua benta cada um toma a que quer ;mas há uns que se embebedam na pia baptismal .Lá isso …há .
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” MARQUITOS! MARQUITOS!" ...olha o lobo...
Meteu-me dó o desempenho do “pequenito”.De uma inabilidade politica (que só por si justificaria despedimento com justa causa) , quando dá como provada –mesmo depois da evidência em contrário - da continuada falta de carácter do 1º Ministro . Para logo pretender, então, que um sem carácter - o tal 1ºMinistro- se mande investigar a si mesmo .
Porque não exigiu o «menino» , olhos nos olhos e no local próprio (Parlamento),que o 1º Ministro lho explicasse .Era bonito …
Claro que M.M. se estava a ver ao espelho (para isso içando-se na banqueta ) .
Pois, espanto !
Então não é que «o meia leca» , foi Professor de tal Universidade ,e até chefe de Departamento da mesma ? Ora com que méritos ,ou que provas teria dado , para desempenhar tal tarefa ? Ou teria sido - afinal e só – «educador infantil» no infantário mantido por tal universidade para os filhos dos seus alunos ?!.
Um professor simpa ,este « MARQUITOS », que lhes pareceria mais um de entre os seus.
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VERGONHOSO …SIMPLESMENTE VERGONHOSO
Outra atitude que meteu dó ,foi ver Lopo Xavier ,fazer o jogo de «O Público» (pertença do mesmo Patrão que lhe paga ,ao que dizem principescamente ,por o merecer certamente ) desfazendo-se em explicações tortuosas traídas por um sorriso traiçoeiro que anunciava que nem ele estava a acreditar no que dizia ,por tão estupidamente cegas.
Não havia, pois, nexexidade dixo- diria o Cónego Remédios.
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E AGORA VAMOS A VER …..
Volto á matéria do ultimo Blog .
Se o supremo Tribunal pronunciou o jornal «O Publico» por dizer a verdade ,na questão da divida fiscal do Sporting, no entendimento de que a mesma,embora verdadeira , atingia a reputação e o bom nome da Instituição (que não era pessoa !...,mas instituição sem alma) ,então como sentenciará agora ,em que comprovadamente -e pelo menos para já -90% das afirmações –insinuações são redondamente falsas?! Estou para ver …
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MAESTRO CAROLA
Fui hoje procurado por mestrando lá do interior (Vila Real) que pessoa amiga mandou ter comigo, para ver se lhe poderia ser útil num trabalho que anda a fazer sobre J.Carola ,ilustre músico Ilhavense do Sec. XIX –XX.
Tivemos um agradável bate papo onde procurei elucidá-lo sobre alguns caminhos de investigação e locais onde poderia encontrar referências .Especializado em Música ,fez-me ver a dimensão artística de Carola -que eu desconhecia – o qual produziu, entre outras , mais de uma dezena de peças especialmente dedicadas a musica sacra para a Semana Santa ,com características que levantam sérias expectativas ,e que foram interpretadas por ilustres cantores que para o efeito vieram propositadamente até nós .
Se a figura e dimensão do Musico estava mais ou menos alinhavada ,falta enformá-la da dimensão humana do maestro .E será nesse ponto que procurarei ,humilde mas interessadamente, colaborar .
No final interroguei-me sobre o critério que me serviu para a escolha das figuras que inclui no Álbum das Figuras, no Ensaio Monográfico ,em edição .
E apercebi-me –já tinha chegado a essa conclusão , anteriormente –que o critério que utilizei nem sempre foi justo.
Mas não deixa de ser interessante –embora penoso – o saber que os de fora vão desenterrando essas magnificas figuras da nossa cultura –e nós por cá completamente alheios a isso .
Isto é clara ,indigência cultural .A culpa inteira vai para quem fala de cultura, pensando que esta se constrói com telhados de vidro , sem paredes ,e muito menos sem alicerces.
Aladino
[1] Atente-se :O« Grelo» era o distintivo-académicamente correcto - usado pelos terceiranista nas suas pastas ,e nada do que poderão,os maldosos , ser levados a pensar.
terça-feira, abril 10, 2007
ONDE SE FALA DE JUSTIÇA QUE NÃO HÁ ...
DE FIDELIDADE QUE HÃ---
E DA «ÍLHAVA »…AGORA SIM ;PARA SABERMOS COMO ERA
1-Justiça :Que Foi Feita de Ti?
DE FIDELIDADE QUE HÃ---
E DA «ÍLHAVA »…AGORA SIM ;PARA SABERMOS COMO ERA
1-Justiça :Que Foi Feita de Ti?
Pobre País !.
Onde se dá maior importância a um canudo ,do que a um Relatório do Tribunal de Contas –que se deveria pressupor infalível! - e que afinal contem um churrilho de asneiras. Que não é suficiente para levar os seus altos responsáveis a tomarem uma atitude .A de demissão ,claro está . .
Onde pouco relevo se dará a uma decisão enviesada do Supremo Tribunal ,cuja matéria ,a fazer fé, no futuro ,condiciona –e de que modo a liberdade de expressão .
Um País sem Justiça é um País adiado .E perigoso !.Todos sentimos de há uns anos para cá ,que a justiça, não só não funciona –em tempo adequado -,como nos deixa perplexos perante aberrações decisórios que mais parecem ,apenas e só, enviar o recado de que os Magistrados estão acima de tudo e até da irresponsabilidade .
A justiça anglo-saxónica tem muito de bom senso ;nós por cá parece que temos mais lei ,mas bom senso de menos na sua aplicação .A aplicação da Lei ,parece um tiro ao alvo .E até temos o bom hábito de comprar pareceres a doutos professores ,que nos mesmo ,em troca do percebimento ,dizem expressamente o contrário do que ensinam nos livros feitos por si e que, por isso , servirão de códices aos que têm por missão julgar
É preocupante que o País não se sinta preocupado com a falta de justiça que por aí vai.
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Onde se dá maior importância a um canudo ,do que a um Relatório do Tribunal de Contas –que se deveria pressupor infalível! - e que afinal contem um churrilho de asneiras. Que não é suficiente para levar os seus altos responsáveis a tomarem uma atitude .A de demissão ,claro está . .
Onde pouco relevo se dará a uma decisão enviesada do Supremo Tribunal ,cuja matéria ,a fazer fé, no futuro ,condiciona –e de que modo a liberdade de expressão .
Um País sem Justiça é um País adiado .E perigoso !.Todos sentimos de há uns anos para cá ,que a justiça, não só não funciona –em tempo adequado -,como nos deixa perplexos perante aberrações decisórios que mais parecem ,apenas e só, enviar o recado de que os Magistrados estão acima de tudo e até da irresponsabilidade .
A justiça anglo-saxónica tem muito de bom senso ;nós por cá parece que temos mais lei ,mas bom senso de menos na sua aplicação .A aplicação da Lei ,parece um tiro ao alvo .E até temos o bom hábito de comprar pareceres a doutos professores ,que nos mesmo ,em troca do percebimento ,dizem expressamente o contrário do que ensinam nos livros feitos por si e que, por isso , servirão de códices aos que têm por missão julgar
É preocupante que o País não se sinta preocupado com a falta de justiça que por aí vai.
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2-FIDELIDADE AOS MEUS
Fui hoje ao Porto ,chamado pela Editora ,que me propôs para apresentação do Ensaio ,o dia 31 de Maio na Livraria Bertrand .Havia outra hipótese ,a qual era a da Câmara de Aveiro ceder a Sala da Assembleia Municipal ,para tal efeito. Pasme-se!.
Apesar disso tudo ,fiz o que tinha a fazer ; independentemente do lançamento Comercial ,farei uma apresentação do Livro ,informal –sem apresentador – aos meus conterrâneos .O Livro foi feito a pensar neles ,e é a eles, em primeiro lugar, em cujas mãos o quero depositar .
As palermices com que outros julgam atingir-me ,não me fazem a perder a cabeça e fazer o que está a ser vulgar : -ir apresentar os trabalhos a Aveiro que os recebe de braços abertos.
Não ; eu sou fiel às minhas gentes .E um dia veremos quem tinha rzão .É cedo ,muito cedo ,para agora avaliar.
3- «ílhava» tal qual era ...
Finalmente . Desígnio cumprido .
«A Ílhava» ,a bateira mãe de todos os barcos lagunares está já em minha casa ,numa reprodução notável, feita à escala .Tinha jurado que o faria ,e fi-lo..
Vamos a ver o que pretendem ,agora, fazer com ela .
Aguardemos .O Mais importante é que está recuperada .Bonita de morrer
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Fui hoje ao Porto ,chamado pela Editora ,que me propôs para apresentação do Ensaio ,o dia 31 de Maio na Livraria Bertrand .Havia outra hipótese ,a qual era a da Câmara de Aveiro ceder a Sala da Assembleia Municipal ,para tal efeito. Pasme-se!.
Apesar disso tudo ,fiz o que tinha a fazer ; independentemente do lançamento Comercial ,farei uma apresentação do Livro ,informal –sem apresentador – aos meus conterrâneos .O Livro foi feito a pensar neles ,e é a eles, em primeiro lugar, em cujas mãos o quero depositar .
As palermices com que outros julgam atingir-me ,não me fazem a perder a cabeça e fazer o que está a ser vulgar : -ir apresentar os trabalhos a Aveiro que os recebe de braços abertos.
Não ; eu sou fiel às minhas gentes .E um dia veremos quem tinha rzão .É cedo ,muito cedo ,para agora avaliar.
3- «ílhava» tal qual era ...
Finalmente . Desígnio cumprido .
«A Ílhava» ,a bateira mãe de todos os barcos lagunares está já em minha casa ,numa reprodução notável, feita à escala .Tinha jurado que o faria ,e fi-lo..
Vamos a ver o que pretendem ,agora, fazer com ela .
Aguardemos .O Mais importante é que está recuperada .Bonita de morrer
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4- COMCURSO DAS SETE MARAVILHAS DE PORTUGAL
Para o Concurso das SETE MARAVILHAS PORTUGUESAS ,cumpri o meu dever e mandar a candidatura do « FRUNCULO CULTURAL»
Recebi como resposta :
Exmo Senhor :
Acusamos a recepção da sua candidatura ,mas o que esta a decorre, actualmente, é o concursoi para as 7 Maravilhas PORTUGUESAS.
O Concurso das 7 MAIORES PORCARIAS PORTUGUESAS,esse só terá lugar lá paras depois das fèrias .Deverá então enviar o seu exemplar ,que,pelo que pudemos apreciar reune todas as condições para se classificar num altissimo e (des)honroso primeiro lugar.
A Comissão
ALADINO
quarta-feira, março 28, 2007
sábado, março 24, 2007
E UM DIA ACONTECE ….
Tinha ido à Editora para dar uma revisão final ,ao Ensaio. Esperava na sala e, comigo, um perfil algo insólito ,esperava também .Meto conversa, curioso .
Pelo aspecto ,havia qualquer coisa de demente estampado no rosto .Figura estranha ,onde se percebiam rastos de tóxico dependência .Rosto triste ,onde se detectava ,de imediato, fome.
Quem era ?!...perguntei e ele contou-me….
Era um poeta que sempre quis, ser isso e só isso mesmo .Que se reconhece com valor .Mas que ,depois de editado um livro, tem encontrado todas as dificuldades para ir em frente .Vinha tentar mais uma chance .Mas ,sentia-se sem hipóteses, já derrotado. Mostra-me então o poema do dia anterior , glorificando o Dia Mundial da Poesia.
Li-o e fiquei encantado .
Eu tinha ,entretanto, de ir fazer o que ali me levara .Mas disse-lhe:
- Olhe se quiser esperar ,levo-o a almoçar comigo .
E apesar de me ter demorado muito, à saída lá estava ele, caderno debaixo do braço, sentado no degrau ,esperando-me ,se calhar ansioso .Quem passasse suporia ali estar um pedinte ,embora vestido com algum esmero :- a mãe disso se encarregava .Já não comia, nem ele sabia desde quando .
Levei-o a um óptimo Restaurante .À Abadia .Comemos excepcionalmente bem, ricamente, como o Abade de Priscos ali fez ,dando fama –e proveito àquela catedral de bem comer ,que frequento, há pelo menos, meio século .Ele merecia-o .Eu senti-me bem na presença de um poeta sonhador ,coisa que eu nunca tinha tido a oportunidade de conhecer, ao vivo .Um poeta ,porque escriba de palavras é o que há mais por aí .
E foi-me mostrando poema atrás de poema .E eu comecei a ficar deslumbrado .É o termo .O que li ,é mais do que bom .Notável .
Comprometi-me a fazer algo por ele .Fez questão de me apresentar a uma Livreira ,senhora distinta ,que, com lágrimas nos olhos, me disse :O Julião –nome Arcadico – é notável Raro é o dia que aqui me não vem trazer um poema .Merece ajuda ,pois é um grande poeta .
Como ajudá-lo ? …é um desafio .
Mas sei que vou conseguir.
No final fez questão de me oferecer o poema do Dia da Poesia ,assinado Aceitei com muito gosto.
E faço questão de aqui o pôr no Blog.
Digam-me :é ou não notável ?
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Hino à Poesia
O poeta é aquele que abre Auto - estradas de luz,
De Som, de Sentimentos e de palavras.
O poeta é aquele que sente ...
Cada sulco de terra que lavras,
O pão que Amassas ... Cozes, comes e quando eras poeta,
Às crianças e aos pássaros e Aves davas.
O poeta é o que cria a ponte, o que sublima, com ou sem rima,
o passado quer ele seja dor ou Amor, o que com
Amor abre as portas ao Futuro que ele sonha, sonhava e tu
sonhas ou sonhavas.
Ser poeta oh dor ...
É transformar-te em Amor, fazer de ti um Arco- Íris entre
o que sofreste e o bálsamo que é comunicar ao Senhor e ao
teu Amor tudo aquilo que eu sofro e tu sofrias porque
como eu sonhavas e Amavas.
Ser poeta é ser íntegro e verdadeiro, confessar a Deus,
ao teu Amor e a toda a humanidade com Alegria, pureza,
bom gosto e verdade aquilo que com horror só a um padre
confessavas.
Ser poeta neste dia Mundial da poesia, é garantir que ela é
ainda o verdadeiro viveiro da humanidade, a reserva de
pureza e de beleza cristalina onde nascem todos os rios de
palavras que conduzem os homens e os poetas
a Deus e à verdade.
Sua Nascente é o coração do homem, seu percurso o
caminho, a verdade, a vida e seu destino Deus e a
eternidade.
Transparência, beleza, dor, alento, coragem, Alegria, bom gosto,
honestidade são sinónimos de qualidade.
Alegria ou tristeza ... São dois em um factores de uma só verdade.
Poesia é transparência.
O Bem vence o mal.
A Alegria a tristeza.
O Amor a dor.
Eis a mensagem implícita na sua realidade.
No papel que ela representa como testemunho dos homens
perante Deus e a humanidade.
Autor :
J. Alberto Allen Vidal
(JúlioJulião)21/03/2007
Tinha ido à Editora para dar uma revisão final ,ao Ensaio. Esperava na sala e, comigo, um perfil algo insólito ,esperava também .Meto conversa, curioso .
Pelo aspecto ,havia qualquer coisa de demente estampado no rosto .Figura estranha ,onde se percebiam rastos de tóxico dependência .Rosto triste ,onde se detectava ,de imediato, fome.
Quem era ?!...perguntei e ele contou-me….
Era um poeta que sempre quis, ser isso e só isso mesmo .Que se reconhece com valor .Mas que ,depois de editado um livro, tem encontrado todas as dificuldades para ir em frente .Vinha tentar mais uma chance .Mas ,sentia-se sem hipóteses, já derrotado. Mostra-me então o poema do dia anterior , glorificando o Dia Mundial da Poesia.
Li-o e fiquei encantado .
Eu tinha ,entretanto, de ir fazer o que ali me levara .Mas disse-lhe:
- Olhe se quiser esperar ,levo-o a almoçar comigo .
E apesar de me ter demorado muito, à saída lá estava ele, caderno debaixo do braço, sentado no degrau ,esperando-me ,se calhar ansioso .Quem passasse suporia ali estar um pedinte ,embora vestido com algum esmero :- a mãe disso se encarregava .Já não comia, nem ele sabia desde quando .
Levei-o a um óptimo Restaurante .À Abadia .Comemos excepcionalmente bem, ricamente, como o Abade de Priscos ali fez ,dando fama –e proveito àquela catedral de bem comer ,que frequento, há pelo menos, meio século .Ele merecia-o .Eu senti-me bem na presença de um poeta sonhador ,coisa que eu nunca tinha tido a oportunidade de conhecer, ao vivo .Um poeta ,porque escriba de palavras é o que há mais por aí .
E foi-me mostrando poema atrás de poema .E eu comecei a ficar deslumbrado .É o termo .O que li ,é mais do que bom .Notável .
Comprometi-me a fazer algo por ele .Fez questão de me apresentar a uma Livreira ,senhora distinta ,que, com lágrimas nos olhos, me disse :O Julião –nome Arcadico – é notável Raro é o dia que aqui me não vem trazer um poema .Merece ajuda ,pois é um grande poeta .
Como ajudá-lo ? …é um desafio .
Mas sei que vou conseguir.
No final fez questão de me oferecer o poema do Dia da Poesia ,assinado Aceitei com muito gosto.
E faço questão de aqui o pôr no Blog.
Digam-me :é ou não notável ?
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Hino à Poesia
O poeta é aquele que abre Auto - estradas de luz,
De Som, de Sentimentos e de palavras.
O poeta é aquele que sente ...
Cada sulco de terra que lavras,
O pão que Amassas ... Cozes, comes e quando eras poeta,
Às crianças e aos pássaros e Aves davas.
O poeta é o que cria a ponte, o que sublima, com ou sem rima,
o passado quer ele seja dor ou Amor, o que com
Amor abre as portas ao Futuro que ele sonha, sonhava e tu
sonhas ou sonhavas.
Ser poeta oh dor ...
É transformar-te em Amor, fazer de ti um Arco- Íris entre
o que sofreste e o bálsamo que é comunicar ao Senhor e ao
teu Amor tudo aquilo que eu sofro e tu sofrias porque
como eu sonhavas e Amavas.
Ser poeta é ser íntegro e verdadeiro, confessar a Deus,
ao teu Amor e a toda a humanidade com Alegria, pureza,
bom gosto e verdade aquilo que com horror só a um padre
confessavas.
Ser poeta neste dia Mundial da poesia, é garantir que ela é
ainda o verdadeiro viveiro da humanidade, a reserva de
pureza e de beleza cristalina onde nascem todos os rios de
palavras que conduzem os homens e os poetas
a Deus e à verdade.
Sua Nascente é o coração do homem, seu percurso o
caminho, a verdade, a vida e seu destino Deus e a
eternidade.
Transparência, beleza, dor, alento, coragem, Alegria, bom gosto,
honestidade são sinónimos de qualidade.
Alegria ou tristeza ... São dois em um factores de uma só verdade.
Poesia é transparência.
O Bem vence o mal.
A Alegria a tristeza.
O Amor a dor.
Eis a mensagem implícita na sua realidade.
No papel que ela representa como testemunho dos homens
perante Deus e a humanidade.
Autor :
J. Alberto Allen Vidal
(JúlioJulião)21/03/2007
sexta-feira, março 23, 2007
EU ME CONFESSO …E RETRATO….
Em conversa ,hoje ,alguém me fez um valente desafio Fez bem !
Pretende que eu me defina .Que me sente no divã e faça uma busca introspectiva .
Não me nego a tal exercício.
Reconheço – sempre o disse ,como sério aviso à navegação –que me aceito um homem difícil, a viver numa sociedade difícil ,que percebi ,mas que não era a minha escolha .
Por isso vivi, talvez, em demasia ; e expandi ,eventualmente com algum excesso ,um hiper criticismo, para as coisas que me rodeavam. Exerci-o com os outros ,mas fi-lo -e nisso estou sossegado - sobre mim mesmo, de um modo mais exigente e até violento. .Por isso exagerei no que pedi a mim próprio. Ao auto criticar-me, vacinei-me contra as criticas exteriores. Normalmente eu suplantei-as ,em exegese ,e por isso me foi fácil encaixá-las.
Povavelmente ,algo ficou para trás .Esforcei-me para que isso se não mostrasse muito .
Na critica gostei - e dei preferência - ,à mordacidade e ao sarcasmo; e por vezes - muitas! - ao exagero .E até usei –e abusei ,propositadamente -de uma certa violência verbal .
Nunca –nunca !- contudo, guardei rancores .Mas guardei desilusões .Não desculpei –e por isso perdi – alguns amigos .Que mesmo depois de os perder, para mim restaram amigos .Isto é :eu é que dispensei a sua amizade ,mantendo-lhes a minha .
Talvez ,em casos esporádicos, tenha dado a ideia de alardear alguma superioridade(?!) .Era mais distracção. Por isso estive errado, muitas vezes .Completamente errado .Essa distância era apenas uma maneira de auto -defesa ;a de me resguardar de aproximações que não desejava .
Aborreço-me em companhia dos que sendo vulgares ,assumem ,enfaticamente ,querer mostrar o que não são .Procuro o mais depressa possível ,à primeira altura, desfazer o equivoco .
Inimigos ? Dizem que de mim: ou gosta-se ou odeia-se .Como não sei o que é o ódio ,julgo que não .Que não me odeiam ,mas sim que se irritam comigo ,o que é diferente .
Vivo inconformado com o meio onde me inseri .Que quis fosse bem diferente .Mas que não consegui mudar ,um milímetro que fosse .Terrível falhanço , que me não inibe de continuar optimista neste ponto. Um dia será .
Quanto ao resto ?.. - pessimista por natureza .Por me julgar com uma especial vocação para ver –com preocupação –o futuro, á distância .Porque em permanente –e inquieta -actividade de pensar .O ontem pouco me diz; o amanhã deslumbra-me e desafia-me .Renova-me a cada hora .
Adoro o excesso .Se tivesse jeito ,teria sido um caricaturista ,para dizer tudo num simples traço distorcido .
Como o não sei fazer ,sugiro-o num tratamento impiedoso dos responsáveis pela irresponsabilidade colectiva .
Incapaz de crer no que não vejo , procuro entrever o que queria.
Apreciando todos os que pensam diferente de mim ,porque são esses que me dão a possibilidade do confronto, adorando ,um debate sério de ideias .Não sendo dos que procuram convencer os outros, prefiro ficar-me por lhes colocar, apenas, duvidas. Porque de certezas, duvido metodicamente.
Vencido ou vencedor ?
Vencido , mas não convencido na primeira instância , recorro e peço adiamento do julgamento, para mais tarde.
Vencedor ,não pelo que fiz ,mas pelo que procurei fazer .
De uma coisa é certa : poderia e deveria ter feito muito …muito mais .
Et voilá…
Senos da Fonseca
Em conversa ,hoje ,alguém me fez um valente desafio Fez bem !
Pretende que eu me defina .Que me sente no divã e faça uma busca introspectiva .
Não me nego a tal exercício.
Reconheço – sempre o disse ,como sério aviso à navegação –que me aceito um homem difícil, a viver numa sociedade difícil ,que percebi ,mas que não era a minha escolha .
Por isso vivi, talvez, em demasia ; e expandi ,eventualmente com algum excesso ,um hiper criticismo, para as coisas que me rodeavam. Exerci-o com os outros ,mas fi-lo -e nisso estou sossegado - sobre mim mesmo, de um modo mais exigente e até violento. .Por isso exagerei no que pedi a mim próprio. Ao auto criticar-me, vacinei-me contra as criticas exteriores. Normalmente eu suplantei-as ,em exegese ,e por isso me foi fácil encaixá-las.
Povavelmente ,algo ficou para trás .Esforcei-me para que isso se não mostrasse muito .
Na critica gostei - e dei preferência - ,à mordacidade e ao sarcasmo; e por vezes - muitas! - ao exagero .E até usei –e abusei ,propositadamente -de uma certa violência verbal .
Nunca –nunca !- contudo, guardei rancores .Mas guardei desilusões .Não desculpei –e por isso perdi – alguns amigos .Que mesmo depois de os perder, para mim restaram amigos .Isto é :eu é que dispensei a sua amizade ,mantendo-lhes a minha .
Talvez ,em casos esporádicos, tenha dado a ideia de alardear alguma superioridade(?!) .Era mais distracção. Por isso estive errado, muitas vezes .Completamente errado .Essa distância era apenas uma maneira de auto -defesa ;a de me resguardar de aproximações que não desejava .
Aborreço-me em companhia dos que sendo vulgares ,assumem ,enfaticamente ,querer mostrar o que não são .Procuro o mais depressa possível ,à primeira altura, desfazer o equivoco .
Inimigos ? Dizem que de mim: ou gosta-se ou odeia-se .Como não sei o que é o ódio ,julgo que não .Que não me odeiam ,mas sim que se irritam comigo ,o que é diferente .
Vivo inconformado com o meio onde me inseri .Que quis fosse bem diferente .Mas que não consegui mudar ,um milímetro que fosse .Terrível falhanço , que me não inibe de continuar optimista neste ponto. Um dia será .
Quanto ao resto ?.. - pessimista por natureza .Por me julgar com uma especial vocação para ver –com preocupação –o futuro, á distância .Porque em permanente –e inquieta -actividade de pensar .O ontem pouco me diz; o amanhã deslumbra-me e desafia-me .Renova-me a cada hora .
Adoro o excesso .Se tivesse jeito ,teria sido um caricaturista ,para dizer tudo num simples traço distorcido .
Como o não sei fazer ,sugiro-o num tratamento impiedoso dos responsáveis pela irresponsabilidade colectiva .
Incapaz de crer no que não vejo , procuro entrever o que queria.
Apreciando todos os que pensam diferente de mim ,porque são esses que me dão a possibilidade do confronto, adorando ,um debate sério de ideias .Não sendo dos que procuram convencer os outros, prefiro ficar-me por lhes colocar, apenas, duvidas. Porque de certezas, duvido metodicamente.
Vencido ou vencedor ?
Vencido , mas não convencido na primeira instância , recorro e peço adiamento do julgamento, para mais tarde.
Vencedor ,não pelo que fiz ,mas pelo que procurei fazer .
De uma coisa é certa : poderia e deveria ter feito muito …muito mais .
Et voilá…
Senos da Fonseca
ALADINO BEM DIZIA….
AINDA ACABA VARREDOR….NO PRÓXIMO GOVERNO DE SANTANA….
Aladino ,é certo ,tem outros acessos de informação , vedados ao comum dos mortais .A Lâmpada é um deles.Com ela pode prever o futuro .
Assim ,no Blog do dia 19 do corrente , referíamos R.E. na posição de quatro ,oferecendo-se para qualquer coisa (vide entrevista ) . Para um lugar de executivo, no Governo .
Uns põe-se de cócaras ;ele foi mais longe .De quatro . Posição em que um homem já está por tudo …
Por isso ,depois de feito o anuncio da pretensão na ficcionada entrevista ao «Diário de Aveiro» do passado dia nove , eis que R.E insiste. E convida jornais e televisão ,para provar ,uma das suas reconhecidas competências (com fotografia e tudo,por isso indesmentível ): um homem do lixo. Aptidões natas, descortinadas na pose de quem não só convive com a mixórdia , como a ama (vide foto)
Saber que dele poderão fazer UM EXECUTIVO ,no próximo (des)Governo de Santana –Portas ,que a toda a pressa se vem encenando por estes trágico –cómicos peralvilhos da politica nacional .
MINISTRO DO LIXO …
E faz publicidade das suas capacidades , parecendo cheirar . On y soit qui mal e pense !
Apanhador de lixo .Ora aí está uma tarefa digna ,para quem não ousando ser engenheiro
,se propõe ir mais além:- especialista do do lixo .Especialidade díficil .
Lixo há muito…engenho pouco .O negócio do lixo ,é, pois, seguro.
Ora ainda bem que R.E veio dar razão ,à nossa caixa jornalística .
Aladino
AINDA ACABA VARREDOR….NO PRÓXIMO GOVERNO DE SANTANA….
Aladino ,é certo ,tem outros acessos de informação , vedados ao comum dos mortais .A Lâmpada é um deles.Com ela pode prever o futuro .
Assim ,no Blog do dia 19 do corrente , referíamos R.E. na posição de quatro ,oferecendo-se para qualquer coisa (vide entrevista ) . Para um lugar de executivo, no Governo .
Uns põe-se de cócaras ;ele foi mais longe .De quatro . Posição em que um homem já está por tudo …
Por isso ,depois de feito o anuncio da pretensão na ficcionada entrevista ao «Diário de Aveiro» do passado dia nove , eis que R.E insiste. E convida jornais e televisão ,para provar ,uma das suas reconhecidas competências (com fotografia e tudo,por isso indesmentível ): um homem do lixo. Aptidões natas, descortinadas na pose de quem não só convive com a mixórdia , como a ama (vide foto)
Saber que dele poderão fazer UM EXECUTIVO ,no próximo (des)Governo de Santana –Portas ,que a toda a pressa se vem encenando por estes trágico –cómicos peralvilhos da politica nacional .
MINISTRO DO LIXO …
E faz publicidade das suas capacidades , parecendo cheirar . On y soit qui mal e pense !
Apanhador de lixo .Ora aí está uma tarefa digna ,para quem não ousando ser engenheiro
,se propõe ir mais além:- especialista do do lixo .Especialidade díficil .
Lixo há muito…engenho pouco .O negócio do lixo ,é, pois, seguro.
Ora ainda bem que R.E veio dar razão ,à nossa caixa jornalística .
Aladino
segunda-feira, março 19, 2007
«DE QUATRO» …R.E OFERECE-SE
NAQUELA POSIÇÃO QUE SÓ DE NELA PENSAR…CRIA URTICÁRIA…
Um lamentável problema surgido no servidor do Blog ,tem criado dificuldades na sua edição .
Por isso com alguma atraso -mas não muito!- vamos passar uma vista de olhos pela pretensa entrevista de Ribau Esteves ,no passado dia 9, ao Diário de Aveiro .
Percebe-se logo que não se trata de uma entrevista:Mas sim um patético arranjo onde o entrevistado responde «ás perguntas» que ele próprio escolhe, para lhe colocarem .
De uma leitura ,mesmo rápida –porque não interessa para nada - nasce logo uma questão : a bota não bate com a perdigota .
Isto é: o titulo, pouco ou nada tem a ver com o conteúdo .
A quem é feita a entrevista ? Ao Presidente da «Gama» ? Ao Presidente da «AM Ria» ? Ao presidente da Câmara de Ílhavo ? Ao «candidato a candidato» do PSD –PPD, (como diz o Santana) ?
Fácil é descortinar a intenção, porque o entrevistado «se entrevista» a ele próprio, por intermédio de outros .O que ele, ao fim e ao cabo pretende ,como outros no Partido - e aqui a palavra «partido» nunca foi tão apropriada para aquela montanha de cacos !- é lançar a sua candidatura .É pôr-se nos bicos dos pés e dizer que está desejoso de se alcandorar a um lugar e de exercer uma politica executiva no Governo do País .
Se está ?!...é patético ,este desejo .Obsessivo.
Coloca-se assim naquela posição - a quatro - oferecendo-se para tudo …
Até , para chefe dos varredores .
Primeiro o Santana –o seu ideólogo –atirou-se ao Marques Mendes ,para limitar o Marcelo. Ao mesmo tempo que o Filipe Meneses se oferecia no Norte para descer com seu o exército - qual (?!) é que não se sabe muito bem -, até Lisboa .
Ribau não podia ver o comboio passar em Aveiro e não tentar apanhar boleia .
E desata a bater no pequenino .Coitado !....
Este País está cheio de crianças em alto risco .Marques Mendes é uma dessas .
Mas se falhar no intento ,resta-lhe continuar por cá .Sempre dá para os trocos.
ALADINO
NAQUELA POSIÇÃO QUE SÓ DE NELA PENSAR…CRIA URTICÁRIA…
Um lamentável problema surgido no servidor do Blog ,tem criado dificuldades na sua edição .
Por isso com alguma atraso -mas não muito!- vamos passar uma vista de olhos pela pretensa entrevista de Ribau Esteves ,no passado dia 9, ao Diário de Aveiro .
Percebe-se logo que não se trata de uma entrevista:Mas sim um patético arranjo onde o entrevistado responde «ás perguntas» que ele próprio escolhe, para lhe colocarem .
De uma leitura ,mesmo rápida –porque não interessa para nada - nasce logo uma questão : a bota não bate com a perdigota .
Isto é: o titulo, pouco ou nada tem a ver com o conteúdo .
A quem é feita a entrevista ? Ao Presidente da «Gama» ? Ao Presidente da «AM Ria» ? Ao presidente da Câmara de Ílhavo ? Ao «candidato a candidato» do PSD –PPD, (como diz o Santana) ?
Fácil é descortinar a intenção, porque o entrevistado «se entrevista» a ele próprio, por intermédio de outros .O que ele, ao fim e ao cabo pretende ,como outros no Partido - e aqui a palavra «partido» nunca foi tão apropriada para aquela montanha de cacos !- é lançar a sua candidatura .É pôr-se nos bicos dos pés e dizer que está desejoso de se alcandorar a um lugar e de exercer uma politica executiva no Governo do País .
Se está ?!...é patético ,este desejo .Obsessivo.
Coloca-se assim naquela posição - a quatro - oferecendo-se para tudo …
Até , para chefe dos varredores .
Primeiro o Santana –o seu ideólogo –atirou-se ao Marques Mendes ,para limitar o Marcelo. Ao mesmo tempo que o Filipe Meneses se oferecia no Norte para descer com seu o exército - qual (?!) é que não se sabe muito bem -, até Lisboa .
Ribau não podia ver o comboio passar em Aveiro e não tentar apanhar boleia .
E desata a bater no pequenino .Coitado !....
Este País está cheio de crianças em alto risco .Marques Mendes é uma dessas .
Mas se falhar no intento ,resta-lhe continuar por cá .Sempre dá para os trocos.
ALADINO
sexta-feira, março 16, 2007
REI NEM ROQUE
Aqui só há Rei ;não há Roque
Nem paz ,nem guerra ,nem amor, nem desamor
Tudo é ,sem o ser ;tudo pensa sem pensar
A verdade ?... a de que, aqui, é Ílhavo a apodrecer.
Sem vida ,sem alma ,sem chama nem alento
Aqui o Roque é Rei
A guerra é das palavras desagradáveis
Que desagradam por dizerem a verdade, e ousarem
A mentira ? …a de que ,aqui, é Ílhavo a renascer …
Em cada dia, que não é dia ; é noite sumida no vento.
Na Nau perdida na bruma em mar infindo,
Pediu o Piloto licença ao Rei ,
para ir em procura do «desejar querer ser»
Aqui ninguém sabe que coisa quer;
Ninguém sabe que alma tem ;
Nem o que é mal ,ou o que é bem.
Nem que outra coisa ver
Só eu, REI, sei como vai ser .
SF
FEVEREIRO 2007
quinta-feira, março 15, 2007
O ACORDAR DE R.E. VAI SER VIOLENTO….
Ribau Esteves acordará um dia –que não está assim tão longínquo ,desconfio –e vai dar consigo, a falar sozinho. Oxalá o faça ,não porque lhe é imposto ,mas porque é, só e apenas, o resultado de quem não «soube ser» (na vida) .
É claramente um individuo de que ninguém –se calhar ele mesmo –gosta .
É verdade .
Ainda há dias dei comigo ,num jantar, rodeado por figuras gradas do seu Partido ,aqui, em Ílhavo .Alguns do seu relacionamento .Muito próximos .
Espantou-me que na conversa, eu tivesse sido, de entre todos ,o mais cuidadoso na apreciação que lhe fiz . Sobrepesando a sua parte negativa –incomensuravelmente a maior –mas reconhecendo-lhe um ou outro ponto positivo .O que alguns nem sequer admitiam .Quando disse que apesar de tudo ,admitia que ele tinha sido o melhor Presidente da Câmara de Ílhavo (depois de4 Abril) ,quase que fui insultado .Claro que me apressei a corrigir :o bem não estava nele .R.E, foi –e é, ainda - tão só ,o melhor dos muito maus .
O que me espantou foi notar um certa desconsideração que os seus apaniguados políticos lhe dedicam ,chegando a antever na sua personalidade tiques claros de desajuste psicótico quando diaboliza as questões ,num maniqueísmo sórdido e doentio .O mundo bom ,é o dele. O mau –é o de todos os outros.
Dele têm a visão de um personalidade autista ,caprichosa e vingativa ,onde abunda um culto de personalidade que chega a tocar o ridículo, porque expresso em pormenores ridículos, do dia a dia .
E não se coibiram em exprimir –perante alguma surpresa minha - em voz alta, que esta desconsideração se estende a estruturas partidárias da sua cor ,no distrito. Que se afastam a toda a pressa , incomodados, com tanta soberba bacoca.
Que fique claro : Ribau Esteves ,nunca me incomodou .Picou-me algumas vezes elegendo-me - erradamente , claro –como rosto da Oposição .Respondi-lhe com os pés.
Para alguns com violência ; com violência , porque me não motivava qualquer tipo de respeito ,ético e ou intelectual. E muito menos ,moral.
A verdade ,é que começo a ter comiseração pelo seu futuro.
Com amigos destes… nem é preciso ter inimigos.
Senos da Fonseca.
Ribau Esteves acordará um dia –que não está assim tão longínquo ,desconfio –e vai dar consigo, a falar sozinho. Oxalá o faça ,não porque lhe é imposto ,mas porque é, só e apenas, o resultado de quem não «soube ser» (na vida) .
É claramente um individuo de que ninguém –se calhar ele mesmo –gosta .
É verdade .
Ainda há dias dei comigo ,num jantar, rodeado por figuras gradas do seu Partido ,aqui, em Ílhavo .Alguns do seu relacionamento .Muito próximos .
Espantou-me que na conversa, eu tivesse sido, de entre todos ,o mais cuidadoso na apreciação que lhe fiz . Sobrepesando a sua parte negativa –incomensuravelmente a maior –mas reconhecendo-lhe um ou outro ponto positivo .O que alguns nem sequer admitiam .Quando disse que apesar de tudo ,admitia que ele tinha sido o melhor Presidente da Câmara de Ílhavo (depois de4 Abril) ,quase que fui insultado .Claro que me apressei a corrigir :o bem não estava nele .R.E, foi –e é, ainda - tão só ,o melhor dos muito maus .
O que me espantou foi notar um certa desconsideração que os seus apaniguados políticos lhe dedicam ,chegando a antever na sua personalidade tiques claros de desajuste psicótico quando diaboliza as questões ,num maniqueísmo sórdido e doentio .O mundo bom ,é o dele. O mau –é o de todos os outros.
Dele têm a visão de um personalidade autista ,caprichosa e vingativa ,onde abunda um culto de personalidade que chega a tocar o ridículo, porque expresso em pormenores ridículos, do dia a dia .
E não se coibiram em exprimir –perante alguma surpresa minha - em voz alta, que esta desconsideração se estende a estruturas partidárias da sua cor ,no distrito. Que se afastam a toda a pressa , incomodados, com tanta soberba bacoca.
Que fique claro : Ribau Esteves ,nunca me incomodou .Picou-me algumas vezes elegendo-me - erradamente , claro –como rosto da Oposição .Respondi-lhe com os pés.
Para alguns com violência ; com violência , porque me não motivava qualquer tipo de respeito ,ético e ou intelectual. E muito menos ,moral.
A verdade ,é que começo a ter comiseração pelo seu futuro.
Com amigos destes… nem é preciso ter inimigos.
Senos da Fonseca.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
O CÁLICE AMARGO DO QUOTIDIANO ….
Tempo triste, sem aquecer a alma; capaz de desalentar «um» ainda «quase vivo».
A pasmaceira onde vamos, dia a dia ,exaurindo o tempo que nos resta, continua .Na mesma .Chata. Não se vive. Deambula-se nos dias, por entre as veredas de num verdadeiro cemitério de tristezas . O mundo absurdo em que mergulhámos, desacredita-nos e denuncia-nos.
Desacredita-nos como comunidade de direitos. Denuncia-nos como rebanho resignado sem a mais ténue intenção de disponibilidade para mudar. Não ensaiamos, sequer, um passo para além de um quotidiano sem esperança.
Já nos não seduz, e muito menos, inquieta, a aventura .Já nos não desafiam as lonjuras; e já nem damos que nos tenham calçado o cabresto.
O comodismo, corrói-nos; dantes agarrava-mo –nos ao desespero de querer ser ; hoje agarramo-nos com unhas e dentes, a não querer ser, de maneira nenhuma .
Vencido, mas não convencido, largo uma guerra e preparo-me logo para outra.
Alimento-me desta inquietação. Se for derrotado a meio da subida da montanha é lá que fico : nunca cá baixo a olhar para a montanha, a pensar que a mesma é inacessível. Nem que seja a acalentar a fantasia, quando descorçoo da realidade.
E, entretanto o «furúnculo do iletrismo» cresce …cresce …medonho …qual esfacelo putredínio .Pintada da antiga «pomada preta» que se fazia nas boticas para as pústulas, talvez rebentasse.
Ouvi há pouco que uma Câmara do interior subsidia os medicamentos dos idosos .
Afinal o mundo não é tão mal como imagino.
Aqui, ao contrário, subsidiam –se ..coisas inúteis. Parvas. Espectáculos menores e degradantes.
Socialmente a Câmara é um zero absoluto. Do tamanho do raio da terra !
Para lá da edificação de abortos arquitectónicos,chocantes ,que fariam vestir um crocodilo de vermelho se lhes postos ao caminho ,não lhe sobra uma única ideia do que deveria –e poderia - ser uma Câmara interventora ,dinâmica, útil .Com rosto; e não com esgares imbecis.
Não consigo vislumbrar nada para lá desse interessado conluio com o despesismo tolo ;não vislumbro ideia que o valha ,intenção que a justifique ,preocupação que aglutine .Tudo o que poderia ser acção ,resume-se a prática de mestre de obras do urbano. E mesmo aqui, desastrado na acção e intenção.
O mundo social que estes indivíduos entendem, é um esgoto da sociedade em que afirmam viver .É a construção de um mundo sem folhas, desagasalhado .
Capaz de destruir em cada um de nós, alguma esperança que ainda sobre!
ALADINO
Tempo triste, sem aquecer a alma; capaz de desalentar «um» ainda «quase vivo».
A pasmaceira onde vamos, dia a dia ,exaurindo o tempo que nos resta, continua .Na mesma .Chata. Não se vive. Deambula-se nos dias, por entre as veredas de num verdadeiro cemitério de tristezas . O mundo absurdo em que mergulhámos, desacredita-nos e denuncia-nos.
Desacredita-nos como comunidade de direitos. Denuncia-nos como rebanho resignado sem a mais ténue intenção de disponibilidade para mudar. Não ensaiamos, sequer, um passo para além de um quotidiano sem esperança.
Já nos não seduz, e muito menos, inquieta, a aventura .Já nos não desafiam as lonjuras; e já nem damos que nos tenham calçado o cabresto.
O comodismo, corrói-nos; dantes agarrava-mo –nos ao desespero de querer ser ; hoje agarramo-nos com unhas e dentes, a não querer ser, de maneira nenhuma .
Vencido, mas não convencido, largo uma guerra e preparo-me logo para outra.
Alimento-me desta inquietação. Se for derrotado a meio da subida da montanha é lá que fico : nunca cá baixo a olhar para a montanha, a pensar que a mesma é inacessível. Nem que seja a acalentar a fantasia, quando descorçoo da realidade.
E, entretanto o «furúnculo do iletrismo» cresce …cresce …medonho …qual esfacelo putredínio .Pintada da antiga «pomada preta» que se fazia nas boticas para as pústulas, talvez rebentasse.
Ouvi há pouco que uma Câmara do interior subsidia os medicamentos dos idosos .
Afinal o mundo não é tão mal como imagino.
Aqui, ao contrário, subsidiam –se ..coisas inúteis. Parvas. Espectáculos menores e degradantes.
Socialmente a Câmara é um zero absoluto. Do tamanho do raio da terra !
Para lá da edificação de abortos arquitectónicos,chocantes ,que fariam vestir um crocodilo de vermelho se lhes postos ao caminho ,não lhe sobra uma única ideia do que deveria –e poderia - ser uma Câmara interventora ,dinâmica, útil .Com rosto; e não com esgares imbecis.
Não consigo vislumbrar nada para lá desse interessado conluio com o despesismo tolo ;não vislumbro ideia que o valha ,intenção que a justifique ,preocupação que aglutine .Tudo o que poderia ser acção ,resume-se a prática de mestre de obras do urbano. E mesmo aqui, desastrado na acção e intenção.
O mundo social que estes indivíduos entendem, é um esgoto da sociedade em que afirmam viver .É a construção de um mundo sem folhas, desagasalhado .
Capaz de destruir em cada um de nós, alguma esperança que ainda sobre!
ALADINO
sábado, janeiro 17, 2004
terça-feira, janeiro 13, 2004
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