domingo, março 16, 2014


 
   Uma relíquia da aventura do Desertas
 
 
Entre tanta foto que me passou pelas mãos(dezenas e dezenas), esta  que insiro abaixo, e que agora me foi trazida pelo Rui Bela, é das que mais aprecio .
 
Admito que muito poucos tenham tido acesso, a tão bom e significativo  documento do trabalho
da  ciclópica  tarefa, que foi a de trazer o «Desertas» para a Ria.
 
Ora esta  foto  que fixa a já completa execução da abertura do canal, permite ver a Ria a dois passos. E nesta os Moliceiros  vadios, na  faina de pentear a ria com os seus ancinhos ferrados na tamanca.
 
 
 
 
                                  
                                               Finalmente ...a Ria
 
 
Do lado de lá ,embora a preto, os campos da «galefenha dos caseiros». Pedaço de terra prometida,  já bem pontilhada  de paredes brancas, alapadas no prado que era já verdejante,viçoso.
A chegada à Ria  do «Desertas» parecia  ser o final do ciclópico trabalho. Mas ainda haveria  pela frente soberbo e pesado trabalho. O não saberem  que a Ria não tinha fundos suficientes para engolir o calado do «Desertas», ainda que vazio, causa-me perplexidade.(que raio de engenhocas?!)
Ainda bem ,porque por via desse desconhecimento, «nasceria» a necessidade de abrir, na Ria, o «Canal do Desertas». Canal que permitiu que aquela se mantivesse navegável, durante  mais de um século. Até à recente intervenção levada a cabo no Séc.XX.
 
Para os que quiserem conhecer a interessante «estória» do «Desertas», «estória» recheada de pressupostos e intrigas, e até bombardeamentos de um navio que, dizia-se, estaria carregado de armas(para uns), de volfrâmio(para outros),e afinal vazio, aconselho a leitura do livro :
 
 
 
 
                                       
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                                                      «DESERTAS »na praia 
 
do  livro « Costa-Nova-do -Prado-200 Anos de História e Tradição» p 179 e seguintes. Ou o interessante trabalho em vídeo de Rui Bela.
 
 
 
 
                                                  
 
MAPA PERCURSO «DESERTAS»
 
 
 E a propósito: bem lá colocámos, naquele local, uma placa Comemorativa.
 
 Pensando que a CMI dela cuidasse.....
 
SF
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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