quarta-feira, novembro 05, 2008

Perto e longe....


Remeto-me ao silêncio

e nele formulo a tua ausência

Nos lábios que invento.

Quanta sede ao adormecer.

Quanto secreto sofrer

De não Te ter.


SF
(20.10.2008)

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  (Do livro « Filinto Elíseo-O POETA AMARGURADO) -------------------------------------------------------------------------------------------...