Canto VIII
(Defensor de Moura)
Mas antes, valoroso Defensor
Desta Pátria que foi moura indigente;
Liberta-a pela guerra famosa,
Corre, vai em marafona diligente
Contra infernais vontades enganosas
Falar da terra tua, de Viana a linda
Onde o vento dorme, o mar e as ondas jazem;
Capitão não te detenhas, nome e glória assim se fazem.
E Tu ,ó Coelho que afrontas o títere João
Vieste lá do fundo do mar, coelho truão,
Desvirgular a pureza de Cavaco
Cujo virtude não pode ser defunta
Enquanto no mundo houver humano trato.
Tens mostrado esforço, e manha muita
Na denuncia da liberdade que ele pretende
Para a seita que o segue e o defende.
(catuais corruptos a vender adulação que bem consente.
terça-feira, janeiro 18, 2011
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