Sigo ao colo do vento
A vida o que não diz, mostra
Não na epiderme mas no silêncio interior
Na mudez da sombra
Ou no silêncio das pupilas já gastas,
Onde pouco a pouco nem sequer há chama.
Chegado o inverno
olho para mim e não dou comigo
Corro sem correr
Corro sem saber
Sigo ao colo do vento
Á espera que chegue o momento.
SF (Fev 2009)
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
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